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Trisal de empresários da Clínica Mais, que atende famosos, se separa

Dois deles também enfrentam problemas na Justiça

Por Ana Carolina Soares
Atualizado em 6 dez 2019, 14h27 - Publicado em 6 dez 2019, 06h00

É uma pena… Mas os versos “Cabe o meu amor / Cabem três vidas inteiras”, da Banda Mais Bonita da Cidade, já não embalam o cotidiano dos empresários Wagner Amaral Junior, 47, e Edson Luiz, 39, e do médico Newton Morais, 40. O trisal (ou “casal de três”) se separou. Juntos desde 2017, eles comandavam a Clínica Mais, no Paraíso, espaço com decoração inspirada no Palácio de Versalhes e frequentado por celebridades como Anitta, Ludmilla e o DJ Alok. Hoje, o lugar, que oferece tratamentos estéticos e de saúde, está sob a tutela de Morais.

> “No fim do ano passado, nosso romance começou a virar amizade, e hoje somos quase irmãos”, justifica Junior, que, entre eles, era apelidado de Vida. Ele se tornou conselheiro da clínica e saiu do dia a dia do negócio.

> O ex-trisal adotou romances, digamos, convencionais. Luiz, o “Xuxu”, mudou-se para Corumbá (MT) e vive com o novo parceiro, empresário. Morais agora namora um administrador de empresas. Junior está solteiro.

> Fora do campo amoroso, Junior e Morais se envolveram em uma batalha judicial. Em novembro, o juiz Christopher Roisin, da 11ª Vara Cível, penhorou o apartamento onde Morais vive há quase um ano. O imóvel de 900 000 reais nos Jardins foi tomado como garantia do pagamento de uma dívida de aproximadamente 60 000 reais em um processo trabalhista movido pela manicure Eurides dos Santos, em 2008.

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> O problema: o débito é referente ao RW, salão de cabeleireiros nos Jardins que pertencia a Junior e a outros dois sócios. Morais nunca teve ligação com esse negócio do ex nem com Eurides.

> Na sentença, o juiz usou como base a reportagem de capa da Vejinha de agosto de 2018, afirmando que Morais e Junior viviam juntos desde 2008 e, assim, dividiam o patrimônio por causa de uma suposta união estável. “Começamos a namorar nessa época, mas nunca oficializamos nada. Além disso, como afirmar ‘união estável’ se nossa lei nunca reconheceu o relacionamento poliafetivo?”, questiona Junior. “Este país é uma piada”, protesta Morais. Eles vão apelar para a segunda instância. Procurada, a defesa de Eurides não quis se pronunciar. “Mas nada vai abalar o carinho que ficou entre nós três”, afirma Junior.

Publicado em VEJA SÃO PAULO de 11 de dezembro de 2019, edição nº 2664.

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