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Humberto Abdo (Maria Carolina Matheus da Silva) Terraço Paulistano Notas exclusivas sobre artistas, políticos, atletas, modelos, empresários e pessoas de outras áreas que são destaque na cidade. Por Humberto Abdo.

Paula Lavigne: “Não xinguei Mônica Bergamo”

  Titular de uma das melhores e mais lidas colunas de notícias da cidade, no jornal Folha de S.Paulo, a jornalista Mônica Bergamo já teve a produtora Paula Lavigne, ex-mulher de Caetano Veloso, entre suas boas fontes, como os repórteres se referem às pessoas que lhes passam notícias exclusivas. Na quarta (9), as duas protagonizaram um quiproquó no Twitter. Paula caprichou nos golpes abaixo da […]

Por Ricky Hiraoka Atualizado em 26 fev 2017, 23h55 - Publicado em 12 out 2013, 01h32

Paula Lavigne: “A briga não foi por causa das biografias não autorizadas”

 

Mônica: não quis comentar o caso

Titular de uma das melhores e mais lidas colunas de notícias da cidade, no jornal Folha de S.Paulo, a jornalista Mônica Bergamo já teve a produtora Paula Lavigne, ex-mulher de Caetano Veloso, entre suas boas fontes, como os repórteres se referem às pessoas que lhes passam notícias exclusivas. Na quarta (9), as duas protagonizaram um quiproquó no Twitter. Paula caprichou nos golpes abaixo da linha da cintura, referindo-se a Mônica como “chata”, “recalcada”e “encalhada”. A discussão começou por causa da Associação Procure Saber, apoiada por artistas como Gilberto Gil, Chico Buarque e o próprio Caetano, entre outros, favoráveis à lei que, na prática, proíbe as biografias não autorizadas. Paula, uma das organizadoras desse movimento contra a liberdade de expressão, reclamou na rede social que uma reportagem da Folha sobre o assunto teria distorcido suas palavras. Mônica provou que a matéria era correta, reproduzindo em seu Twitter a íntegra da entrevista, feita por outra repórter. Foi o suficiente para que a produtora apelasse para a baixaria. “Não xinguei a jornalista”, corrige-se Paula. “Fui deselegante num comentário feito em resposta a uma provocação, que não está à altura de uma profissional de um veículo do porte da Folha. A briga não foi por causa das biografias não autorizadas. Ambas erramos: eu por perder a linha, ela por prestar um desserviço ao jornalismo e à liturgia do cargo que ocupa. De minha parte, tenho de me desculpar pelo rompante. Não tive intenção de ofender.” Procurada por VEJA SÃO PAULO, a jornalista preferiu não comentar o assunto.

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