Entrevista exclusiva: Sergio Marone, o galã da vez, fala sobre sexo, traição e nudes
Com 1,93 m de altura, 9% de gordura corporal e uma barriga tanquinho de encher os olhos, o ator paulistano Sergio Marone, de 34 anos, foi o todo poderoso faraó Ramsés em Os Dez Mandamentos, novela líder de audiência no horário nobre (a cena em que o Mar Vermelho se abre e dizima o exército […]
Com 1,93 m de altura, 9% de gordura corporal e uma barriga tanquinho de encher os olhos, o ator paulistano Sergio Marone, de 34 anos, foi o todo poderoso faraó Ramsés em Os Dez Mandamentos, novela líder de audiência no horário nobre (a cena em que o Mar Vermelho se abre e dizima o exército egípcio bateu recorde de audiência no último dia 10). A trama terá seu capítulo final na segunda (23).
Depois de reinar no Egito, Marone tem novos planos. No ano que vem, estreia no cinema, no filme Jesus Kid, adaptação do livro de Lourenço Mutarelli. Dessa vez, vai interpretar “o filho de Deus”. “Também preparo um projeto para apresentar um programa de variedades em 2016”, diz Marone, contratado da Record até 2018.
Com quinze anos de carreira, ele também administra um site de comportamento, o Mr Jazzy, que aborda vários aspectos do universo masculino. Inclusive, sexo, claro. “Afinal, é algo que todo mundo gosta e todo mundo quer”, diz. A seguir, uma conversa picante com o galã da vez:
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O que o faz levar ao êxtase, “abrir o Mar Vermelho”?
A intimidade. E tudo começa com uma boa troca de olhares. Já dá para sentir o que vai acontecer logo nesse primeiro contato. Para mim, os requisitos fundamentais de uma mulher são inteligência, beleza e bom humor.
E, ao contrário, o que o desanima?
Deslealdade. E veja bem, não falo sobre fidelidade, sobre transar com outra pessoa quando há um namoro ou um casamento. Afinal, sexo e amor são distintos. Você pode amar uma mulher e ter tesão por outra, normal. Se o casal está de acordo, tudo bem. Deslealdade é quebrar um trato do relacionamento.
Já aconteceu com você?
Já. Uma vez, terminei um namoro e poucos dias depois soube que um de meus melhores amigos havia ficado com minha ex. Pô… Sacanagem dela e dele também. Nunca conversei com ele sobre isso, mas a amizade esfriou, óbvio.
Você já esteve em uma casa de Senet, como diria Ramsés, ou seja, foi a um prostíbulo?
Ô… (Risos) Já paguei por sexo. Teve uma vez, uma namorada terminou comigo e fiquei péssimo. Passei meses sem transar, não conseguia me interessar por ninguém, estava triste, melancólico. Fiz um trabalho em Porto Alegre e uns amigos me levaram a uma casa. Conheci uma gaúcha maravilhosa e então rolou. Foi muito bom, uma forma de me livrar daquela ex namorada. Depois daquilo, voltei ao meu ritmo normal (Risos). Não entendo porque as pessoas têm tanto preconceito.
Você usa redes sociais, como Tinder, para arrumar parceiras?
Não tenho Tinder, não curto sexo virtual. Não tenho problemas em posar para fotos sem camisa ou de sunga, mas não vejo graça em trocar nudes nem fazer sexting (mandar mensagens de texto picantes). Gosto é da pegada, do cheiro, do gosto, do real.
Pesquisas mostram que os paulistanos gostam do amor romântico. Os casados dizem que transam mais do que os solteiros. E você?
Tem muita gente que namora ou se casa, mas não transa. Estou solteiro, mas isso não significa que estou celibatário. Não saio na balada, não vou à caça, mas… Não quero ser cretino, mas digo que tenho um círculo de boas amigas, amizades coloridas (Risos). Gosto da frase “solteiro, sim, e você tem de ser incrível para mudar esse meu status” (Risos).
Li que você gosta de ouvir música durante a transa. Qual a sua trilha-sonora favorita?
Gosto da batida do Morcheeba, como a música Slow Down, e tudo do Massive Attack.
Para finalizar, qual o seu oásis pessoal e profissional?
Tenho vontade de casar e ter filho daqui a dez anos. Espero ter condições financeiras para morar numa casa enorme, cada um no seu quarto, com o seu espaço e a possibilidade de dormir sozinho quando quiser. Prezo muito os momentos de solitude. Também penso em morar fora. O Brasil anda muito careta, as pessoas endeusam celebridades que exibem famílias que parecem comerciais de margarina. Se duvidar, até Dercy Gonçalves seria censurada hoje em dia. Mas meu foco hoje é ter meu programa de auditório, de variedades. Seria bem bacana.
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