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Rafael Cortez, do CQC, irrita atrizes de Orange is the New Black com perguntas machistas

Quem já se envolveu em alguma discussão sobre séries de TV americanas sabe que Orange is the New Black, sobre o cotidiano em uma penitenciária feminina, foca em temas como o empoderamento das mulheres e os direitos dos gays e lésbicas. Talvez não tenham explicado esse detalhe a Rafael Cortez, o repórter do CQC escalado para entrevistar atrizes […]

Por VEJASP
Atualizado em 26 fev 2017, 15h56 - Publicado em 17 jun 2015, 20h13

orange

Quem já se envolveu em alguma discussão sobre séries de TV americanas sabe que Orange is the New Black, sobre o cotidiano em uma penitenciária feminina, foca em temas como o empoderamento das mulheres e os direitos dos gays e lésbicas. Talvez não tenham explicado esse detalhe a Rafael Cortez, o repórter do CQC escalado para entrevistar atrizes do seriado do Netflix.

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Ou talvez tenham explicado e ele, de propósito, decidiu fazer perguntas e comentários absolutamente machistas para Uzo AdubaNatasha Lyonne e Samira Wiley, que interpretam as personagens Suzanne “Crazy Eyes” Warren, Nicky Nichols e Poussey Washington. O resultado foi um bate-papo, no mínimo, constrangedor – e que virou assunto na internet nesta quarta (17).

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Na conversa, Cortez exagera nos elogios à beleza do trio e chega a perguntar se elas sentem falta de figuras masculinas dentro do presídio da série. Também pergunta se é difícil trabalhar em dias de TPM. Falta de noção? Ou só provocação mesmo?

“Talvez, acidentalmente, sua pergunta tenha sido um pouco misógina. Mesmo havendo bastante beleza na série, todas as atrizes são profissionais, talentosas e bem capazes. Não acho que estão pensando em algo tão insignificante quanto a própria beleza quando estamos trabalhando”, respondeu Lyonne, no melhor momento do “confronto”. Detalhe: na legenda, o programa traduziu “um pouco misógina” por “meio estranha”.

Assista ao vídeo:

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