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Casal enfrenta sufoco em viagem dos sonhos após “deslize” de agência

O casal seguiu o passo a passo do itinerário proposto pela agência de turismo, chegando até o aeroporto de Zâmbia no último dia de viagem

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 7 nov 2018, 17h57 - Publicado em 7 nov 2018, 17h14

As agências de viagem existem para facilitar a vida dos turistas que querem ter poucos problemas durante as férias. No entanto, um casal da Nova Zelândia teve uma experiência pra lá de desastrosa após contratar os serviços da STA Travel, que alega ser a maior empresa de viagens do mundo para jovens e estudantes.

Devon Kilkelly, de 21 anos, e Tomas Woodford Webb, de 20, escolheram viajar para Ngara, uma pequena cidade na Tanzânia, onde a mulher fez trabalho voluntário em 2015. O casal seguiu o passo a passo do itinerário proposto pela agência de turismo, chegando até o aeroporto de Zâmbia no último dia de viagem após uma visita as Cataratas de Vitória. Eles foram surpreendidos ao descobrir que os voos de retorno para a Nova Zelândia não foram marcados para o aeroporto onde eles estavam — mas sim para o aeroporto internacional de Zimbabwe, a mais de 800 quilômetros de distância.

“Nós ficamos em choque. Não conseguíamos acreditar no que estava acontecendo e não sabíamos o que fazer”, desabafou Devon. Com apenas duas horas para passar pela imigração no aeroporto de Zimbabwe, o casal perdeu o voo para casa. Perdidos em um aeroporto desconhecido, sem dinheiro e sem conseguir contato com a agência de turismo, a irritação da dupla rapidamente se transformou em medo. “Estávamos sem dinheiro. Não conseguíamos nem pagar um táxi. O nosso chip funcionava em Zambia, mas não em Zimbabwe, nós ficamos completamente presos”, lembrou a mulher ao Daily Mail Australia. “Foi uma sensação terrível e nos sentimos abandonados pela nossa agência de viagens”.

Após muitas tentativas de entrar em contato com o atendimento 24 horas ao cliente, o casal desembolsou 5 000 dólares por novos voos para casa. Ao questionarem a história com a agência de turismo, um atendente disse que eles deveriam ter “checado o itinerário” — mas eles nunca pediram uma passeio por Zimbabwe.

O casal foi reembolsado pelos voos, custos de hospedagem e até impostos após a repercussão do caso. O dinheiro, promete Devon, será enviado para uma instituição de ensino em Malawi, na África Oriental. “Nós jamais colocaríamos os nossos consumidores numa posição onde eles estão impedidos de viajar e levamos todos os problemas dessa natureza muito a sério. Por esse motivo, nós pedimos que os viajantes chequem a documentação antes do embarque e nos alertem em caso de dúvidas ou preocupações”, disse a STA Travel em um comunicado.

Dê sua opinião: E você, o que achou da história do casal? Deixe seu comentário e aproveite para curtir nossa página no Facebook!

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