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5 perguntas para Tulipa Ruiz, que faz show de lançamento de seu terceiro disco na próxima semana

O sucessor do bem recebido Tudo Tanto (2012) tem lançamento marcado para a próxima semana, nos dias 22, 23 e 24, no Sesc Pinheiros. Tulipa Ruiz está mais colorida e dançante do que nunca em Dancê, movimentado desde a capa desenhada por ela e concebida pela designer Tereza Bettinardi às linhas inquietas do baixo de Márcio Arantes, um dos […]

Por Luan Freires Atualizado em 26 fev 2017, 16h37 - Publicado em 15 Maio 2015, 20h01
(Foto: Rodrigo Schmidt/Divulgação )

(Foto: Rodrigo Schmidt/Divulgação)

O sucessor do bem recebido Tudo Tanto (2012) tem lançamento marcado para a próxima semana, nos dias 22, 23 e 24, no Sesc Pinheiros. Tulipa Ruiz está mais colorida e dançante do que nunca em Dancê, movimentado desde a capa desenhada por ela e concebida pela designer Tereza Bettinardi às linhas inquietas do baixo de Márcio Arantes, um dos músicos que fazem parte da banda que gravou o trabalho. Conversamos com a cantora sobre a nova direção, as referências do disco e os personagens de suas músicas:

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O novo disco é bem diferente dos demais. Como foi a concepção desse álbum e como você decidiu que queria fazer música para dançar?

Foi a minha primeira intuição para o disco: fazer algo que pudesse ser ouvido primeiro com o corpo. Quando eu falei sobre o álbum com a banda e com o Gustavo Ruiz, que é meu irmão e foi produtor do trabalho, já passei essa ideia. Tudo que criamos a partir dali foi com base nisso.

O que você mais ouviu enquanto estava fazendo esse disco?

Muitas coisas. A gente ficou quinze dias em um sítio fazendo os arranjos do disco e ensaiando. Durante esse tempo, todo mundo da banda trouxe bastante coisa, trocamos referências. Rolou D’Angelo, Caetano [Veloso], Baby [do Brasil]… Esses foram apenas alguns. Enquanto no trabalho anterior eu procurei não ouvir nada durante o processo, dessa vez aconteceu o inverso.

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O disco vai provar se tem a capacidade de colocar as pessoas para dançar quando for tocado ao vivo. Como você lida com a expectativa de mostrar um trabalho novo para o público?

Fico ansiosa. Estava com muita vontade de começar a ensaiar logo e colocar essas músicas em prática. Nessa semana já fizemos vários ensaios e na próxima manteremos o ritmo. No novo trabalho inserimos arranjos com metais, uma novidade para mim, e isso tem me deixado muito animada. Eu estou mais empolgada do que ansiosa.

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O disco tem parcerias com Metá Metá, Felipe Cordeiro e João Donato. Como você definiu a participação de cada um?

A do Felipe foi a única que eu já sabia que ia acontecer desde o começo. A do Metá Metá e do João Donato eu descobri ao longo do processo. As músicas foram me contando o que elas precisavam. Tafetá, que tem a participação do Donato, foi uma composição que o Gustavo me mandou e eu logo vi que se tratava de uma canção bem “donatiana”. Eu entendi que eu precisava descrever o Donato na letra, seria uma declaração de amor a ele. Por fim, tivemos a sorte de contar com ele na gravação.

Nas suas letras dá pra identificar algumas referências da sua experiência pessoal. Em Prumo, por exemplo, você fala de alguém que vai precisar “tomar conta de si”. Alguém já se sentiu ofendido por uma indireta sua e foi reclamar com você?

Os personagens das minhas músicas são muito “Frankenstein”: eu misturo 40 000 pessoas em uma só. Nunca é alguém individualmente ou apenas sobre mim. Eu nunca recebi reclamação, mas encontro muita gente que se identifica e se encaixa com o personagem. Foram vários “pedrinhos”, várias “desinibidas” e várias “víboras”.

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