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Hard Rock Hotel abrirá unidade em prédio icônico da Paulista

O afunilado Edfício Sumitomo, dos anos 70, se prepara para receber a novidade

Por Mariana Rosario Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 8 nov 2019, 10h17 - Publicado em 8 nov 2019, 06h00

Em 1974, um anúncio de jornal oferecia escritórios em um novo ponto comercial na altura do número 949 da Avenida Paulista. O prédio de 18 500 metros quadrados era exaltado pela boa localização e por seu estilo afunilado (o 1º piso exibe 991 metros quadrados e o último, 331 metros quadrados). “Não é qualquer edifício que tem bases tão sólidas”, dizia a publicidade. O tal empreendimento receberia os primeiros ocupantes ainda naquele ano.

Com o projeto assinado por José Gugliotta e pelo reconhecido designer e arquiteto Jorge Zalszupin, a torre de 27 andares foi pensada para garantir o acesso pelos dois lados, tanto pela alameda Santos quanto pela via mais famosa da cidade. De início, o térreo abrigou o banco japonês Sumitomo Mitsui, da corporação que era sua proprietária à época. Daí o nome de edifício Sumitomo (há quem o chame atualmente de Torre Paulista). Nos últimos anos, o endereço alojou outras instituições financeiras, além de mais iniciativas, incluindo o ateliê da estilista Andressa Salomone, herdeira do Grupo Savoy, o atual dono do pedaço.

Construção hoje, cercada por espigões: o novo endereço terá 230 quartos e diária com preço salgado (Guilherme Celante Dias/Getty Images)

A partir de 2021, o ritmo mudará por ali, pois o local vai receber a primeira unidade paulistana da rede americana Hard Rock Hotel. Para a empreitada, haverá uma reforma avaliada em 100 milhões de reais, bancada pelo grupo de investidores VCI, em parceria com o Savoy e a marca internacional. As obras para a instalação dos 230 quartos devem ser iniciadas em janeiro.

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O contrato entre o trio prevê o uso do espaço pelos próximos quarenta anos. “Vimos catorze opções de prédio até chegar a esse”, diz Samuel Sicchierolli, presidente do Grupo VCI. “Precisava ser bonito por fora, icônico.” Os hóspedes que desembolsarem os estimados 1 600 reais da diária encontrarão toda sorte de objetos de ícones da música na decoração, como instrumentos musicais e itens de vestuário, e poderão aproveitar bares e restaurantes que devem ser inaugurados ali, até mesmo no rooftop.

Publicado em VEJA SÃO PAULO de 13 de novembro de 2019, edição nº 2660.

O edifício ao lado do já demolido palacete da família Lotaif, por volta dos anos 70 (Francisco Almeida Lopes/Divulgação)
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