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Camiseta do Movimento Sem Terra ganha ar fashionista e gera polêmica

A camiseta vermelha que representa o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) ganhou espaço na mídia nos últimos dias ao virar moda entre compradores de brechós e afins. Isso ocorreu depois que o empresário Facundo Guerra tentou vender um exemplar por 80 reais, adquirido em 2001 em uma viagem ao Fórum Social Mundial de Porto Alegre. Muitos internautas […]

Por Tatiana Izquierdo Atualizado em 26 fev 2017, 15h57 - Publicado em 16 jun 2015, 18h27
O empresário Facundo Guerra (Foto: Mario Rodrigues)

O empresário Facundo Guerra (Foto: Mario Rodrigues/VEJA SÃO PAULO)

A camiseta vermelha que representa o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) ganhou espaço na mídia nos últimos dias ao virar moda entre compradores de brechós e afins. Isso ocorreu depois que o empresário Facundo Guerra tentou vender um exemplar por 80 reais, adquirido em 2001 em uma viagem ao Fórum Social Mundial de Porto Alegre. Muitos internautas questionaram o alto preço da peça e a maneira como uma camiseta de um movimento político foi colocada à vendo como um item vintage e pop.

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Com a enxurrada de comentários negativos, a diretoria do site Enjoei.com tirou a peça do ar, para proteger o empresário. Em seu Facebook, Facundo comentou que não daria nenhum tipo de discurso ou tentaria se defender. “Aprendi que depois de muito debater com covardes de browser a gente simplesmente os bloqueia. Meus amigos do Enjoei tiraram a camiseta do ar para me proteger da polêmica e do apedrejamento virtual, o que agradeço, mas abro mão: eis a camiseta aqui de volta, por vintão, preço que devo ter pagado na época”, declarou.

(Foto: Reprodução/Enjoei)

“O que dizer desta camiseta? Ela é original do MST. E é vintage”, disse Facundo em seu anuncio de venda (Foto: Reprodução/Enjoei)

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Ele complementou sobre a polêmica: “Não vale a pena gastar energia com a destruição. Minha energia vital eu dedico a construir coisas. Não quero mal a estas pessoas: que simplesmente não participem do meu mundo. Isso é tudo”, escreveu. Porém, a tal camiseta da discórdia passou a ser cobiçada entre os mais ligados à moda.

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Vale lembrar que em 2010, durante o festival SWU, o vocalista da banda Teatro Mágico, Fernando Anitelli, usou a mesma camiseta durante a apresentação, o que atraiu seguidores da banda a utilizar o mesmo traje nos seus shows.

Fernando Anitelli, da banda Teatro Mágico (Foto: Reprodução)

Fernando Anitelli, da banda Teatro Mágico (Foto: Reprodução)

O próprio MST confirma que a produção das camisetas está suspensa e, em nota, diz não ter controle da venda das peças. A camiseta, junto com a bandeira e o hino, são símbolos da representação da luta social desde o surgimento do movimento. Quem compra a peça direto com o MST paga 20 reais. “Esse é o valor que uma família precisa para viver um dia em um assentamento. Em breve, as camisetas serão novamente vendidas”, informa a direção.

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