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Importador do Bentley e Bugatti abre primeiro caviar-bar do país

Além de ampliar a área de atuação, Toninho Abdalla marca data de casamento

Por João Batista Jr. - Atualizado em 5 Dec 2016, 18h13 - Publicado em 26 Mar 2011, 00h52

Aos 58 anos, o paulistano Toninho Abdalla está cheio de novidades. Para começar, ele vai se casar no dia 9 de abril com a estilista Cris Barros, vinte anos mais jovem, que namora desde 2009. A cerimônia black-tie acontecerá na mansão dele no Jardim Europa, e os 300 convidados serão divididos em lounges pelos jardins.

Como os amigos foram pegos de surpresa, surgiu logo a suspeita de que ela estaria grávida, o que ambos negam. Esther Giobbi — madrinha do primeiro casamento do empresário, com Maria Eugenia Lattes, mãe de seus quatro filhos — fará a decoração de inspiração oriental, com tendas com estampas de cashmere indiano. Mazzô França Pinto, que elaborou o cardápio para o papa Bento XVI na visita à cidade, em 2007, será a banqueteira da festa. 

Antes do enlace, Abdalla vai inaugurar um caviar-bar da Petrossian, na sexta-feira (1º), no Shopping Cidade Jardim. “A marca é a Hermès do caviar. Dizer que é a Louis Vuitton seria muito pobrinho”, brinca a filha Patricia, de 27 anos, que administrará o negócio ao lado da amiga Adriana Tutundjian. Além do estabelecimento, Abdalla terá exclusividade em comercializar na América do Sul os produtos da empresa francesa. Uma porção de 125 gramas da iguaria deverá custar entre 500 e 1.500 reais ao consumidor final. Vender luxo já era uma de suas especialidades. Dono de plantações de laranja, hotéis, imóveis e mineradora, sua menina dos olhos é a importadora de carros Bentley e Bugatti. Apaixonado por automóveis, mantém em sua garagem dez veículos, cinco itens de colecionador (como um Jaguar SType, ano 1972) e a outra metade para uso diário, como um Bentley Continental GTC conversível.

Isso tudo, é claro, quando a locomoção é feita por terra. Com um helicóptero só seu, ele encomendou um jato Global Express XRS, da Bombardier, avaliado em 90 milhões de reais, com capacidade para catorze passageiros. Descrito pelos amigos como divertido e boêmio, o empresário se diz um papa-hóstia. “Vou à missa toda semana”, conta, mostrando a corrente com mais de dez pingentes de santos. Nos anos 70, quando o tio industrial e político J.J. Abdalla ficou com a fama de mau pagador por problemas na Justiça com seus funcionários, o sobrinho era jurado do programa do Chacrinha e conhecido nacionalmente como playboy. “Isso nunca me incomodou, até porque sempre trabalhei”, faz questão de dizer.

 

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