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Todos os dias 122 carros param nas estradas por falta de combustível

Esse tipo de problema gera outra dor de cabeça aos motoristas: multa de 130,16 reais; confira sete dicas do que fazer se o seu carro pifar

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
19 jul 2023, 15h43

Balanço do governo estadual divulgado nesta quarta-feira (19) indica cerca de 22 000 casos de pane seca de janeiro a junho deste ano nos cerca de 11 100 quilômetros de estradas concedidas à iniciativa privada, numa média de 122 por dia. A pane seca é quando o veículo para de funcionar por falta de combustível. Se isso for confirmado, o motorista pode ser multado em 130,16 reais e ter quatro pontos anotados em sua CNH.

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Apesar de alto esse erro elementar apresentou queda de 26,7% no comparativo com igual período de 2022 quando 31 000 motoristas tentaram a sorte e pegaram a estrada mesmo sem combustível. O total registrado nos primeiros seis meses deste ano representa 7,45% de todos os 295 000 casos de panes, numa média diária de 1 638 por dia ou uma por minuto. Pelos dados da Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo), responsável por tabular os dados, o mais comum é que um veículo pare por problema mecânico, esse sim muitas vezes imprevisível. Foram 6 000 mais neste ano no comparativo com 2022, saltando de 251 000 para 257 000 (alta de 2%). Em terceiro lugar ficaram as panes elétricas, com 15 000 ocorrências atendidas neste 2023, 8% a menos do que as 15 000 em 2022. A dica das concessionárias é uma velha conhecida (embora muito pouco praticada) recomendação: a de fazer a manutenção preventiva dos veículos entes de pegar a estrada. Se o imprevisto acontecer, a dica é ir para o acostamento e fazer a sinalização de forma correta. Confira abaixo sete dicas:

  1. Se possível, vá para o acostamento ou mude para a faixa da direita;
  2. Ligue o pisca alerta;
  3. Coloque o triângulo a pelo menos 30 metros do veículo (para que haja distância segura em relação aos demais veículos). Uma dica para aumentar a segurança é colocar o triângulo a uma distância correspondente à velocidade da via. Por exemplo, se a velocidade é de 80 Km/h, o triângulo deve ser colocado a 80 metros do veículo. Caso a velocidade seja de 100 Km/h, coloque o triângulo a 100 metros;
  4. Caso haja uma curva e você não terminou a contagem de passos, caminhe até o final dela e reinicie os passos. E em caso de chuva, neblina ou cerração, dobre a distância;
  5. Não fique no veículo à espera de socorro. Aguarde uma brecha segura entre os veículos para atravessar e se dirija a um local seguro, como, por exemplo, atrás da defensa metálica ou barreira de concreto ou o mais longe possível da faixa de tráfego.
  6. Acione a empresa que fará o reboque ou entre em contato com a concessionária por meio dos telefones de emergência (callbox), WhatsApp ou telefones 0800 (cada concessionária tem o seu)  solicitando auxílio.
  7. Se o carro parar na faixa do meio, não se deve tentar empurrá-lo. Ligue o pisca alerta, espere uma brecha no trânsito e saia com cuidado do veículo, tente posicionar o triângulo, e se dirija a um local seguro.
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