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Sem acordo coletivo, funcionários dos Correios entram em greve

Categoria interrompe os trabalhos por tempo indeterminado após direção da estatal se negar a negociar condições de trabalho

Por Redação VEJA São Paulo - 11 Sep 2019, 09h45

O Sindicato dos trabalhadores dos Correios de São Paulo, Grande SP e Sorocaba (Sintect-SP) anunciou, na última terça-feira (10), greve por tempo indeterminado. O grupo afirma que, além da sede paulistana, “Rio de Janeiro, Bauru, Tocantins, Maranhão e na maioria dos Estados do país decretaram greve geral da categoria.”

A paralisação, acordada pelos trabalhadores em assembleia, “foi uma exigência para defender os direitos conquistados em anos de lutas, os salários, os empregos, a estatal pública e o sustento da família”, afirma o coletivo em nota. 

Entre as reivindicações, a categoria busca reajuste salarial pela inflação, de 3,43%, ante aos 0,8% que a direção da estatal oferece, e a manutenção de benefícios, como plano de saúde para titulares e dependentes (pais incluídos).

No dia 4 setembro, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) buscou uma mediação entre a entidade e a classe, o que foi negado pela empresa.  Os Correios são uma das estatais que o governo federal pretende privatizar, o que também é alvo de críticas por parte dos trabalhadores.

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