São Paulo registra primeira morte por dengue de 2025

Vítima é menina de 11 anos, que morava em Ermelino Matarazzo; Saúde faz busca ativa para aplicar vacina

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
11 fev 2025, 11h33
Aedes aegypti, mosquito da dengue
Aedes aegypti, mosquito da dengue (NIAID/Creative Commons)
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A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) informou que a primeira morte por dengue em São Paulo neste ano de 2025 aconteceu no último dia 30.
A vítima foi uma menina de 11 anos, moradora da região de Ermelino Matarazzo. “O caso passou por investigação epidemiológica, pelo Instituto Adolfo Lutz. A pasta lamenta profundamente a perda”, informou a SMS em nota.
Na sexta-feira (7), a secretaria anunciou uma busca ativa para segunda dose da vacina contra a dengue. As UBSs (Unidades Básicas de Saúde) também vêm realizando busca ativa nos territórios.
Na busca, o profissional de enfermagem avisa ao pai, mãe ou responsável que o prazo para tomar a segunda dose venceu, tenta identificar o motivo e solicita que o jovem seja levado até a UBS para completar o esquema no mesmo dia.
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Caso a equipe não consiga falar com o familiar e a criança ou adolescente não compareça à unidade, a tentativa é presencial. Em regiões cobertas pela Estratégia Saúde da Família (ESF), o agente comunitário de saúde (ACS) atuante no local participa da ação.

O público na faixa etária dos 10 aos 14 anos é estimado em 600 mil pessoas na capital, sendo que até o momento, 259 mil primeiras doses (38%) e 134 mil segundas doses (20%) foram aplicadas.

A SMS pede que pais e responsáveis levem as crianças e adolescentes para a vacinação que acontece nas UBSs de segunda a sexta-feira das 7h às 19h. Nos sábados a vacina está disponível nas AMAs/UBSs, das 7h às 19h.
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A imunização é feita em duas doses, sendo a segunda três meses após a primeira. Quem perdeu o prazo de três meses para a segunda dose pode concluir o esquema vacinal sem perda da eficácia da vacina.

Quem está com diagnóstico positivo para a dengue deve aguardar seis meses para tomar a vacina, e quem está com sintomas da doença também não deve tomar o imunizante, que não deve ser aplicado de forma simultânea com outros imunizantes.

 

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