Aedes aegypti, mosquito da dengue (NIAID/Creative Commons)
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A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) informou que a primeira morte por dengue em São Paulo neste ano de 2025 aconteceu no último dia 30.
A vítima foi uma menina de 11 anos, moradora da região de Ermelino Matarazzo. “O caso passou por investigação epidemiológica, pelo Instituto Adolfo Lutz. A pasta lamenta profundamente a perda”, informou a SMS em nota.
Na sexta-feira (7), a secretaria anunciou uma busca ativa para segunda dose da vacina contra a dengue. As UBSs (Unidades Básicas de Saúde) também vêm realizando busca ativa nos territórios.
Na busca, o profissional de enfermagem avisa ao pai, mãe ou responsável que o prazo para tomar a segunda dose venceu, tenta identificar o motivo e solicita que o jovem seja levado até a UBS para completar o esquema no mesmo dia.
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Caso a equipe não consiga falar com o familiar e a criança ou adolescente não compareça à unidade, a tentativa é presencial. Em regiões cobertas pela Estratégia Saúde da Família (ESF), o agente comunitário de saúde (ACS) atuante no local participa da ação.
O público na faixa etária dos 10 aos 14 anos é estimado em 600 mil pessoas na capital, sendo que até o momento, 259 mil primeiras doses (38%) e 134 mil segundas doses (20%) foram aplicadas.
A SMS pede que pais e responsáveis levem as crianças e adolescentes para a vacinação que acontece nas UBSs de segunda a sexta-feira das 7h às 19h. Nos sábados a vacina está disponível nas AMAs/UBSs, das 7h às 19h.
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A imunização é feita em duas doses, sendo a segunda três meses após a primeira. Quem perdeu o prazo de três meses para a segunda dose pode concluir o esquema vacinal sem perda da eficácia da vacina.
Quem está com diagnóstico positivo para a dengue deve aguardar seis meses para tomar a vacina, e quem está com sintomas da doença também não deve tomar o imunizante, que não deve ser aplicado de forma simultânea com outros imunizantes.