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Professor de direito é morto na Zona Norte

Maurício Fucsek foi atingido por três disparados quando saía de sua casa na Freguesia do Ó. Polícia investiga se o crime foi passional

Por Estadão Conteúdo Atualizado em 5 dez 2016, 12h30 - Publicado em 8 Maio 2015, 10h28

O professor universitário Maurício Fucsek foi assassinado na manhã de quinta-feira (7), na Freguesia do Ó, Zona Norte da capital paulista. Segundo a Polícia Militar, por volta das 6 horas, a vítima foi baleada na Rua Santa Lucia Filippini e encaminhada ao Pronto-Socorro da Vila Penteado, mas não resistiu.

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A VEJA SÃO PAULO teve acesso ao vídeo que mostra quando Maurício foi atingido. Nas imagens, é possível ver quando ele sai de sua casa de carro e desce do veículo para fechar o portão de entrada. Dois homens se aproximam e o abordam. Maurício então é atingido por três tiros, dois no peito e um na cabeça. Logo em seguida, os dois homens correm para uma rua próxima e fogem de carro. Nenhum objeto foi levado.

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Os investigadores não descartam a hipótese de crime passional, uma vez que o crime tem características de execução. De acordo com pessoas próximas à vítima, o professor e o ex-marido de sua companheira mantinham relação conturbada. Ele foi chamado para depor na tarde desta sexta-feira (8) no 28º Distrito Policial (Nossa Senhora do Ó), onde o caso foi registrado . Já os dois homens que aparecem nas imagens , segundo a polícia, supostamente são matadores de aluguel. O corpo de Maurício foi enterrado na tarde desta sexta-feira (8), no Cemitério Parque do Jaraguá, localizado no km 23,2 da Rodovia Anhanguera, também na Zona Norte. 

Além de docente, Fucsek era coordenador-adjunto do curso de direito do Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU). Em nota, o Diretório Acadêmico da Faculdade manifestou sentimentos e solidariedade à família. “Ele sempre foi uma pessoa muito querida pelos alunos, professores e funcionários, cumprindo com suas obrigações e ajudando a todos com a mesma dedicação”, declarou.

Alunos de Fucsek lamentaram nas redes sociais. O estudante de direito Victor Briotto disse que o professor era “um cara de bem” e pediu que “Justiça seja feita”.

 

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