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PM joga bombas para dispersar multidão no Centro e em Pinheiros

Multidão que se aglomerou na Praça Roosevelt e no Largo da Batata foi alvo de ação da polícia militar na madrugada desta quarta-feira (1º)

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 1 mar 2017, 09h52 - Publicado em 1 mar 2017, 08h47

A Polícia Militar usou bombas de gás lacrimogêneo para dispersar multidão que se aglomerou na Praça Roosevelt, no Centro, e no Largo da Batata, em Pinheiros, na última noite de Carnaval.

Moradores e clientes de restaurantes e bares que ficam no entorno da praça se assustaram com a sequência de, ao menos, cinco bombas no local. A prefeitura proibiu neste ano os blocos de se concentrarem ou se dispersarem na Praça Roosevelt.

No Largo da Batata, a confusão começou por volta das 23h; a prefeitura havia exigido que a dispersão fosse feita até as 20h. O endereço foi um dos locais que concentraram o maior número de foliões na cidade neste Carnaval e para onde confluíram uma série de blocos ao longo dos quatro dias.

De acordo com nota enviada pela Polícia Militar, nos dois endereços, os policiais reagiram após terem sido alvo de garrafadas.

Ninguém foi detido. Veja abaixo as notas na íntegra:

A Polícia Militar informa que foi acionada por moradores do bairro para atender chamado de perturbação de sossego. Ao chegar na Praça Franklin Roosevelt, na Bela Vista, pessoas que obstruíam a via passaram a jogar garrafas contra os policiais, que precisaram conter os agressores. Duas viaturas foram danificadas e ninguém foi detido

A Polícia Militar esclarece que realizava policiamento durante a passagem de blocos carnavalescos, em Pinheiros, na noite de terça-feira (28), quando pessoas arremessaram garrafas e outros objetos contra uma equipe feminina de policiais militares. Os PMs tiveram que intervir e dispersaram o grupo. Ninguém foi preso

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