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Padre Ticão morre aos 68 anos

Religioso da Zona Leste estava internado desde quinta-feira (31)

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 2 jan 2021, 10h42 - Publicado em 2 jan 2021, 10h29

Antonio Luiz Marchioni, o Padre Ticão, morreu na noite de sexta-feira (1º). Ele tinha 68 anos de idade e faleceu por problemas cardíacos. Internado no Hospital Santa Marcelina de Itaquera, o religioso teve uma arritmia cardíaca e foi diagnosticado com um edema pulmonar.

De acordo com a instituição, depois de permanecer internado, o padre teve uma nova arritmia seguida de uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. Pároco da Paróquia de São Francisco de Assis, em Ermelino Matarazzo, o sacerdote era uma figura conhecida pela atuação junto a movimentos sociais em áreas como educação e moradia.

Nas redes sociais, o prefeito Bruno Covas (PSDB) lamentou a morte de Ticão. “2021 começa com a triste notícia do falecimento do Padre Ticão. Grande defensor da população mais carente da Zona Leste de São Paulo. Um guerreiro na luta pela diminuição das desigualdades sociais. Descanse em paz”, publicou o tucano.

O padre Júlio Lancellotti também publicou uma homenagem no seu Instagram. Outros políticos, como Eduardo Suplicy (PT), lamentaram o falecimento: “Ticão foi responsável por extraordinários benefícios para a Zona Leste, como a de trazer a Universidade Federal de São Paulo da Zona Leste”, escreveu o petista.

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O velório será realizado neste sábado (2) na Paróquia São Francisco de Assis até as 14h e o corpo será sepultado no Cemitério do Carmo I.

 

 

 

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