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De estilo jovem e informal, Mari Palma ganha espaço na Globo

A jornalista paulistana caiu também nas graças do público: soma 700 000 seguidores no Instagram e tem até fã-clubes

Por Carolina Giovanelli - 15 set 2017, 06h00

Com a intenção de renovar a área de jornalismo, a Globo aposta cada vez mais em apresentadores e repórteres de pegada mais descontraída. Um dos principais expoentes desse clube é Mari Palma, de 28 anos. Desde abril de 2015 a jovem faz duas entradas matinais no canal com o G1 em 1 Minuto.

O enxuto quadro informa as notícias do dia em tom informal (sem a leitura de teleprompter, aquele equipamento que exibe o texto a ser lido pelo titular da bancada) e ajuda a promover o site de notícias da emissora.

De visual descolado — marcado por piercing no nariz e sete tatuagens —, a moça caiu no gosto do público. Emplacou uma participação em uma série sobre bactérias no programa Bem Estar no ano passado e, desde junho, divide com a veterana Renata Ceribelli um quadro repleto de imagens gravadas em 360 graus no Fantástico, sem previsão de término.

“Dar notícias com naturalidade é algo que buscamos cada dia mais”, afirma Marcia Menezes, diretora do G1. “A Mari é dedicada e talentosa. Está sempre disposta a tentar coisas novas.”

A apresentadora: ao lado de veteranos no Fantástico Leo Martins/Veja SP

A moça começou na Globo como estagiária, em 2008, e sempre teve foco em vídeos e no universo on-line. Muito ligada à família, a caçula de três irmãos mora com os pais em um apartamento na Zona Sul. Portador de deficiência visual, Luiz fica em pé em frente à TV todos os dias para ouvir a filha falar.

Fã dos Beatles e corintiana, a paulistana tem quase 700 000 seguidores no Instagram, além de fã-clubes próprios. Ali, posta fotos dos treinos de pilates e muay thai e cliques junto do namorado, o repórter Phelipe Siani, do Globo Rural.

Com pós-graduação em comunicação e moda, a jornalista cultiva um estoque de dezenas de camisetas divertidas usadas no ar, com mensagens como Taylor Hanson was my first love (que remete ao fato de um dos irmãos Hanson ter sido seu primeiro
amor), que ela conseguiu mostrar para o próprio em uma das incursões diárias no programa de Fátima Bernardes, sua referência na carreira. “Tento ser eu mesma”, diz. “Muita gente sente como se eu fosse da família.”

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