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Manifestantes protestam contra o racismo e violência policial na Paulista

Faixas do movimento negro lembraram ação policial que deixou 28 mortos no RJ, a mais letal da história do estado; atos ocorreram em diversas capitais

Por Redação VEJA São Paulo 13 Maio 2021, 20h54

Um protesto na noite desta quinta-feira (13) lembrou as mortes em uma operação policial no Rio de Janeiro. O ato, que começou na Avenida Paulista com a presença de cerca de 7 000 pessoas, faz parte de uma série de manifestações antirracistas que ocorreram em todo o Brasil: em 13 de maio de 1888 foi assinada a Lei Áurea, que aboliu a escravidão no Brasil.

Os cartazes dos presentes pediam o fim da violência policial e repudiavam o racismo. Os manifestantes também carregavam faixas que pediam o impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Entre os presentes, o rapper Emicida e a vereadora da capital paulista, Erika Hilton (PSOL). A maior parte dos manifestantes usavam máscaras, mas não mantinham distanciamento social.

Além de São Paulo, os protestos organizados pela Coalizão Negra por Direitos ocorreram também em capitais como Rio de Janeiro, Salvador, Natal, Porto Alegre, Cuiabá e Brasília. O ato se iniciou na Paulista e desce a Rua da Consolação, no sentido da Praça Roosevelt.

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