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Funcionários da Yellow e Grin roubavam patinetes e revendiam on-line

Esquema foi descoberto por meio de investigação interna e contou com apoio da Polícia Civil

Por Redação VEJA São Paulo 23 jan 2020, 15h02

Na quarta-feira (22), a Polícia Civil deteve sete pessoas suspeitas de participar de um quadrilha especializada em furtos de patinetes elétricos. Os itens, das empresas Yellow e da Grin, eram vendidos on-line após serem descaracterizados. O caso se desenrolou por meio de uma investigação interna da Grow, que controla ambas as marcas, por suspeita da participação de seus próprios funcionários no esquema.

Tudo começou em 27 de novembro de 2019, quando um ex-colaborador foi preso em flagrante furtando quatro patinetes. Através de depoimentos e delações de outros empregados, a operação acabou descoberta. Os suspeitos levavam os itens para casa, os desfiguravam e depois revendiam pela internet.

A operação contou com cinco equipes do 50º DP do Itaim Paulista, que efetuaram oito mandatos de busca e apreensão e encontraram seis patinetes roubados na Zona Leste. Também foram achados quatro celulares, quinze carregadores de baterias dos veículos e réplicas de armas de fogo. Uma pessoa foi indiciada por furto qualificado e associação criminosa e outras seis seguem sendo investigadas.

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