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Entenda como é estacionamento na Rua Amaral Gurgel, embaixo do Minhocão

Projeto da prefeitura é alvo de críticas da oposição que pede paralisação das obras

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
30 abr 2025, 13h57 • Atualizado em 30 abr 2025, 14h19
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Elevado João Goulart (Marcelo Justo/Veja SP)
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  • A Prefeitura de São Paulo implementou na noite desta terça-feira (29) um bolsão de estacionamento na Rua Amaral Gurgel, sob o Elevado Presidente João Goulart, o Minhocão. O local, com 20 metros de extensão e 3 metros de largura, funciona de forma experimental e comporta até quatro veículos.

    O objetivo do projeto-piloto é analisar a viabilidade da instalação de baias de estacionamento em um trecho de 500 metros de extensão que irá do número 20 até o número 482 da Rua Amaral Gurgel com até 30 vagas para carros. De acordo com a prefeitura, a obra é uma solução para o descarte irregular de lixo que está ocorrendo abaixo do elevado.

    Para realizar a obra, foi preciso alterar a ciclovia na região. Um dos sentidos dela foi modificado de forma a contornar o bolsão e também a estrutura cicloviária passa a ser bidirecional ao longo da baia com 2,5 metros de largura, anteriormente possuía 1,25 metro e era unidirecional. Além disso, foi criado um espaço para a circulação de pedestres entre a ciclovia e o estacionamento.

    O projeto tem sido alvo de críticas por especialistas e pela oposição, que afirmam ser um retrocesso para a mobilidade urbana por estimular o transporte individual e pela possível piora do trânsito na região. O vereador Nabil Bonduki (PT) e a vereadora Renata Falzoni (PDB) entraram com uma ação popular na Justiça para paralisar as obras.

    O vice-prefeito Mello Araújo (PL) se pronunciou sobre o estacionamento nesta quarta-feira (30) em vídeo nas redes sociais. “Temos 70 metros para fazermos um teste. O Minhocão tem 3 quilômetros. A ciclovia tá preservada, tem vaga de estacionamento: é uma alternativa. Deixar do jeito que está não dá. […] Vamos fazer um laboratório, podemos aumentar, fazer ponto de táxi e Uber”.

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    A iniciativa prevê ainda a expansão do serviço para a Avenida São João, o que tem gerado debates sobre o impacto nos corredores de ônibus da área.

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