A marquise de uma agência desativada da Caixa Econômica Federal pegada à Praça Roosevelt, no centro, virou o lar doce lar de Nenê, como é conhecido o morador de rua baiano Nivaldo Tadeu dos Santos. Improvisada há seis meses, a “casa” tem cama — com lençol, fronha e edredom —, sofá, tapete, plantas, flores, fogareiro (a álcool automotivo) e despensa repleta de produtos de limpeza. “É tudo doado”, conta Nenê. Em dezembro, chegou a ter pinheirinho com pisca-pisca e televisão, ambos recebidos de presente e ligados a uma tomada na agência. “Estourei até champanhe no Natal”, orgulha-se.
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