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Cantareira opera com 36,8% da capacidade e segue em estado de alerta

Com o volume do sistema abaixo dos 40%, Sabesp precisa restringir o aproveitamento de litros de água por segundo

Por Redação VEJA São Paulo 5 jan 2021, 15h14

O Sistema Cantareira segue em estado de alerta nesta terça-feira (5). Operando com 36,8% da capacidade, o volume operacional variou 0,1% nas últimas 24 horas. As informações são da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, a Sabesp

O nível é considerado alarmante, pois o volume registrado está inferior a 40%. Logo, a Sabesp só pode aproveitar 27 mil litros de água por segundo, e não 33 mil como era anteriormente a crise atual, quando o sistema funcionava com 44% da capacidade em média. 

De acordo a Agência Nacional de Águas, o Sistema Cantareira abastece quase 7,5 milhões de pessoas diariamente, o que representa 46% da população da Região Metropolitana de São Paulo. 

Veja os índices dos reservatórios:

  • Rio Grande – 81,7%
  • Cotia – 64,4%
  • São Lourenço – 60,8%
  • Guarapiranga – 60,1%
  • Alto Tietê – 54,9%
  • Rio Claro – 44,6%
  • Cantareira – 36,8%

No entendimento da Sabesp, a falta de chuvas e o aumento do consumo no período de calor são possíveis responsáveis por essas consequências no reservatório. No entanto, não vê a situação parecida com a crise hídrica de 2015

O Sistema Cantareira é o maior reservatório de água da região metropolitana de São Paulo. Ele é formado por seis represas interligadas e está no menor nível desde 2015 .

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