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“Acho que passei do ponto”, diz Tati Minerato sobre briga

Rainha e imperatriz da bateria da escola de samba Gaviões da Fiel foram flagradas se empurrando em vídeo divulgado na internet

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 26 jan 2018, 14h33 - Publicado em 26 jan 2018, 14h32

A modelo Tati Minerato e Renatta Teruel foram flagradas se empurrando durante um ensaio técnico da escola de samba Gaviões da Fiel na noite desta quinta-feira (25), no Sambódromo do Anhembi.

Um vídeo que circula na internet mostra as duas entrando em conflito até serem separadas por pessoas da equipe (assista ao vídeo abaixo).

Procurada por VEJA SÃO PAULO, Tati disse que passou do ponto e pediu desculpas pelo ocorrido. A escola de samba pretende liberar às 16 horas desta sexta-feira (26) um posicionamento sobre o caso. A reportagem não conseguiu contato com Renatta Teruel até a publicação deste texto. Confira a entrevista com Tati:

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O que aconteceu?

Na verdade, essa pressão do Carnaval nos deixa um pouco mais nervosos, com os nervos à flor da pele. A gente estava no recuo da bateria, era metade do ensaio, e houve algumas provocações por parte da outra pessoa já desde o começo do ensaio. Mas o que eu queria deixar bem claro é que nada justifica o que aconteceu. Peço desculpas publicamente a todos que estavam no Anhembi, à escola. Acho que passei no ponto também. Por mais que ela tenha me provocado bastante, isso poderia ter sido resolvido depois, de uma outra forma. Tenho sangue quente e naquele momento… Para toda ação há uma reação, né. Eu na mesma hora quis revidar, coisa que não devia ter feito.

  • Que provocações?

    Dá para ver que ela fez de propósito, puxou o costeiro, e isso foi acontecendo desde o começo do ensaio. Mas nada justifica. Isso jamais aconteceu em outros anos, com outras mulheres com quem já desfilei. Na ocasião, estava a Sabrina [Sato], na frente da bateria, e nunca houve nenhum tipo de confusão, estranhamento entre nós. Foi uma coisa de momento.

    Você e a Renatta Teruel conversaram sobre isso depois?

    Ainda não houve essa conversa, mas vai ter sim. Estou na escola há anos e isso nunca aconteceu. Só na bateria são onze anos como rainha. Minha mãe já era passista da Gaviões antes de eu nascer, é a minha escola do coração. Eu fiquei muito triste com o que aconteceu, com toda essa repercussão que está dando. Se Deus quiser, vai ficar tudo certo.

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