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Após um ano da morte de Boechat, Veruska faz homenagem

"Um ano sem ele e minha admiração, meu respeito e meu amor só crescem", declarou a viúva

Por Redação VEJA São Paulo 11 fev 2020, 12h17

Um ano após a morte do jornalista Ricardo Boechat em um acidente de helicóptero, a jornalista Veruska Seibel Boechat, 46 anos, compartilhou em suas redes sociais uma homenagem ao marido na manhã desta terça-feira (11). Além de Boechat, 66 anos, o piloto da aeronave, Ronaldo Quattrucci, 56 anos, morreu na queda que ocorreu no dia 11 de fevereiro de 2019 no Rodoanel.

Em uma sequência de fotos e vídeos do casal e de suas duas filhas Valentina, 15 anos, e Catarina, 11, Veruska expressou o carinho e as saudades que sente pelo marido. “Um ano sem ele e minha admiração, meu respeito e meu amor só crescem”, declarou ela.

Na postagem, Veruska fez homenagem ao marido e agradeceu por ser o “melhor pai que eu poderia ter escolhido para minhas filhas, ser humano mais admirável e generoso que já conheci, jornalista insubstituível e marido que eu amava profundamente”.

Em seguida, a jornalista disse que se soubesse de tudo que aconteceu, não faria diferente. “Se me tivesse sido dada a chance de escolher como seriam nossos últimos momentos juntos, eu pediria exatamente do jeito que foi. E a isso serei eternamente grata”, declara.

Nestes 365 dias tive certeza de que nada é mais verdadeiro do que o clichê de que devemos viver cada segundo como se fosse o último. Não deixe para amar depois, não deixe pra ser feliz depois. Meu maior consolo foi eu não ter deixado“, completa

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A esposa termina o texto dizendo que ainda sente a presença do jornalista. “Não há um só dia em que eu não ouça a voz dele me ensinando, me amparando, me dizendo: ‘Veruska Seibel (era assim que ele me chamava quando queria falar sério), eu não me preocupo com as meninas quando eu não estiver mais aqui porque você é a melhor mãe que eu já conheci'”, finaliza.

Confira a publicação:

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Um ano sem ele e minha admiração, meu respeito e meu amor só crescem. Melhor pai que eu poderia ter escolhido para as minhas filhas, ser humano mais admirável e generoso que já conheci, jornalista insubstituível, marido que eu amava profundamente. Se me tivesse sido dada a chance de escolher como seriam nossos últimos momentos juntos, eu pediria exatamente do jeito que foi. E a isso serei eternamente grata. Nestes 365 dias tive certeza de que nada é mais verdadeiro do que o clichê de que devemos viver cada segundo como se fosse o último. Não deixe para amar depois, não deixe pra ser feliz depois. Meu maior consolo foi eu não ter deixado. Não há um só dia em que eu não ouça a voz dele me ensinando, me amparando, me dizendo: “Veruska Seibel (era assim que ele me chamava quando queria falar sério), eu não me preocupo com as meninas quando eu não estiver mais aqui porque você é a melhor mãe que eu já conheci.” Muito obrigada, Ricardo Boechat, por tanto amor e por essas duas princesas que são a razão da minha vida. ❤️❤️❤️❤️

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