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Artista canadense faz registro de prédios de São Paulo

Ideia de Mark Lewis é compor uma videoinstalação que vai expor em setembro

Por Mauricio Xavier [Com reportagem de Caroline Santos, Laura Ming, Raphael Martins e Tatiana Babadoboulos] - Atualizado em 5 dez 2016, 14h19 - Publicado em 4 jul 2014, 23h00

Até outubro do ano passado, quando recebeu o convite para participar da 31ª Bienal de São Paulo, o artista canadense Mark Lewis nunca havia pisado no Brasil. Para cumprir a missão repassada pelos curadores de produzir uma obra relacionada à capital, ele esteve quatro vezes por aqui, a última em junho.

Visitou o centro, mercados, parques e fez uma seleção de projetos arquitetônicos para compor a videoinstalação que vai expor em setembro. “Fiquei impressionado com a quantidade de prédios modernistas, apesar da péssima conservação”. Entre as construções escolhidas estão o Copan, com sua vertiginosa escada de emergência (acima), a Galeria do Rock, com vista para o Largo do Paissandu (abaixo), pinturas do acervo do Masp, o topo do Edifício Martinelli e o Minhocão.

 

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