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‘Homem-Formiga e a Vespa’ é mais fraco do que o original

Menos divertido do que 'Homem-Formiga' e com cenas de ação genéricas, novo filme da Marvel pode causar frustração

Por Miguel Barbieri 4 jul 2018, 18h12

Gosto é gosto e não se discute. Mas, se eu fosse você, pularia a sessão de Homem-Formiga e a Vespa, que, além das grandes filas, é aquele típico filme da Marvel, com piadas quase sempre previsíveis e ação genérica. Na minha opinião, é inferior ao original, lançado três anos atrás.

Homem-Formiga, de 2015, apresentava o personagem com resultado divertido e tinha um surpreendente Paul Rudd no papel principal. Agora, Homem-Formiga e a Vespa dá sequência à aventura de Scott Lang (Rudd). Em prisão domiciliar, ele vai dar um jeito de participar de uma missão do doutor Hank Pym (Michael Douglas), que quer reencontrar sua esposa (Michelle Pfeiffer), perdida no Reino Quântico há trinta anos.

A filha dele, Hope (Evangeline Lilly), também possui a vantagem de ficar minúscula, já que é filha da Vespa original. Sem um vilão poderoso como Thanos, de Vingadores — Guerra Infinita, o filme corre atrás do humor e faz repetidas brincadeiras com o tamanho, ora pequeno, ora gigante, do protagonista. Como nos longas do universo Marvel, há uma ligação entre este e o último Vingadores, como se nota na sequência após os créditos. Ou seja: é mais um longa-metragem derivativo de uma franquia com fórmula para satisfazer fãs e arrecadar milhões.

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