Quem é Vitor Kley, de 24 anos, dono do hit-chiclete ‘O Sol’

Cantor gaúcho com jeitão de surfista fala sobre assédio, pressão por novos hits, cuidados com o cabelo e a vida aqui na capital

Gaúcho de Porto Alegre, Vitor Kley, 24, foi criado nas praias de Balneário Camboriú, no litoral catarinenese, e após uma manhã de surfe, compôs O Sol, sua música “chiclete”. Apesar do jeitão de surfista e não viver longe do mar, o cantor decidiu se mudar para a capital paulista há quatro anos, por causa dos compromissos profissionais.

A seguir, ele fala sobre a vida na cidade, sua faixa onipresente, chuvas que estragaram apresentações e planos:

Por que decidiu se mudar para São Paulo?

Por causa da gravadora Midas Music. Estou aqui há quase quatro anos já. Fui contratado e, no mesmo ano, me mudei pra São Paulo por conta de estúdio, gravações e compromissos.

Como é a rotina aqui na cidade?

É muito diferente do lugar de onde vim. Sou da praia, do mar e da natureza. São Paulo é uma selva de pedra, mas tem o seu lado bom. Moro em Perdizes e frequento os lugares ao redor de onde moro. Vou muito pra Vila Madalena e Pinheiros, por exemplo. Quando dá, fujo para o litoral – Guarujá, Maresias, Camburi. É difícil ficar longe das ondas, necessito de surfe.

Como avalia as últimas apresentações em São Paulo?

Foram grandes apresentações! A gente carrega com muito amor e carinho na memória. São Paulo tem um respeito máximo meu e da minha equipe, que também é uma família para mim. São Paulo sempre nos abraçou desde o começo e tem um público quente demais. Cantam todas as músicas, pulam, gritam, é sempre uma honra cantar assim.

A Virada Cultural foi especial por ser a nossa primeira vez nesse evento que para a cidade toda. O Espaço Das Américas é um templo sagrado. Cantamos duas vezes por lá e é sempre uma energia incrível. É um dos lugares mais bem preparados que já toquei.

Houve a chuva que atrapalhou o show no Lollapalooza. Você canta O Sol. Como avalia esse coincidência?

(Gargalhadas) Todo mundo tira onda com esse lance do tempo e tudo mais. Mas acho que de tanto cantar a música ao astro-rei, ele acabou se enjoando de mim naquele dia. Sorte que no dia seguinte deu certo!

Você é um homem muito bonito e está sem relacionamento. Como é o assédio? Tem o sonho de formar família?

Opa! Obrigado, viu!? Estou solteiro, sim. Sou um cara muito tranquilo. Amo ver a galera junto comigo, abraçando, agarrando, puxando o cabelo, seja o que for. Pertenço aos meus fãs e existo por causa deles. É tudo por eles.

Sonho em ter filhos, acho massa demais essa conexão de poder passar adiante os meus ensinamentos, ver eles crescerem, evoluírem. Meus pais são um grande exemplo para mim. Sempre foram impecáveis comigo e com meu irmão.

De vez em quando eu me imagino no mar ensinando uma criança a surfar… É uma sensação incrível!

Você fez um hit bem forte, O Sol. Sente-se cobrado para compor algo que faça o mesmo sucesso? Por quê?

Agora não sinto mais. Depois que veio Morena já esqueci dessa cobrança. Agora Adrenalizou também está indo tão bem, então estou muito feliz com o desenrolar das coisas. Acho que tudo acontece no seu tempo.

Uma das suas marcas registradas é o cabelo. Como cuida? Cortaria?

Olha, eu cuido pouquíssimo. Passo xampu e é isso (risos). Não tem nenhuma marca específica e nenhuma técnica. Não penso em cortar não. Pelo contrário, quero deixar grande assim.

Quais os planos para 2019?

Quero muito poder dar continuidade a essa energia boa, tanto na vida pessoal quanto no meu trabalho. Passar coisas boas, coisas reais e de verdadeiro valor para a rapaziada, saca? Isso que eu desejo de verdade. Tem algo muito incrível nos rodeando e isso tem que ser espalhado, tem que transcender, tem que ser compartilhado. Que seja o bem sempre.

Logo lanço coisas novas, músicas novas, parcerias e tudo mais. Vai ser massa! Eu estou feliz e ansioso pra que a galera escute.

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