Marcelo Rezende: “Eu encarei na boa as piadas sobre meus erros”

Nesta semana, só deu Marcelo Rezende. Âncora da transmissão dos protestos contra o aumento das passagens de ônibus por todo Brasil, o apresentador do Cidade Alerta, da Record, causou comoção nas redes sociais e elevou o ibope da emissora, que viu a média do horário pular de 6 para 9 pontos. “Faço o programa como se […]

Marcelo Rezende: ibope turbinado com as manifestações

Nesta semana, só deu Marcelo Rezende. Âncora da transmissão dos protestos contra o aumento das passagens de ônibus por todo Brasil, o apresentador do Cidade Alerta, da Record, causou comoção nas redes sociais e elevou o ibope da emissora, que viu a média do horário pular de 6 para 9 pontos. “Faço o programa como se tivesse conversando com amigos e comento os fatos como um cidadão e com base nos meus sentimentos”, explica. Parte da audiência elogiava os comentários de Rezende, enquanto outros riram das gafes cometidas, como chamar o Largo da Batata de Largo do Batata. “Encarei na boa as piadas sobre meus erros”, afirma.  “Naquele momento, eu tinha dois helicópteros e quatro equipes falando comigo. A cabeça não consegue decodificar todas as informações.” Sobre os momentos em que dá bronca ao vivo na equipe, ele diz: “Minha relação com repórteres, técnicos e diretores é tensa. Como não tem roteiro, eles não podem imaginar o que farei. Então, corrijo todo mundo no ar. Mas ninguém fica magoado.” Abaixo, algumas pérolas proferidas na cobertura:

Ao mostrar a ocupação da Ponte Estaiada: “Eles já estão na Ponte Água Estaiada…”

Para a equipe que faz os cortes na edição: “Vamos, meu filho, eu já falei. O que é que tá demorando? Quem não fica agoniado desse jeito?”

Ao comentar a tentativa de invadir a prefeitura: “Virou um sururu na casa de Noca!”

Conversando com uma repórter que estava na rua: “Alguém avisa que quanto mais calma ela falar, melhor! Fabiana, não dispute com o povo, que está falando alto. Fale devagar e com calma. Como ninguém orienta, eu oriento.”

Sobre o prefeito Fernando Haddad: “Se o Haddad fosse jogador de basquete, ele jogava a bola na sexta e a bola iria cair só no domingo, de tão lento que ele é.”

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