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Médica dá o que falar na internet ao adaptar receita para paciente

Estudante de medicina da Universidade Federal do Pará, em Belém, apostou na criatividade para fazer a receita de um paciente que não sabia ler ou escrever

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 5 fev 2020, 13h48 - Publicado em 5 set 2018, 19h02

Na tarde desta terça (4), a jovem Gabriela Lemos compartilhou um clique que chamou muita atenção no Twitter — até o momento, a história já acumula mais de 180 000 visualizações. O motivo? A irmã da internauta, uma estudante de medicina da Universidade Federal do Pará, em Belém, apostou na criatividade para fazer a receita de um paciente que não sabia ler ou escrever e, assim, conquistou a admiração de brasileiros de todo o país por sua empatia.

“Aplaudindo infinitamente minha irmã que atendeu um paciente analfabeto e fez uma receita toda adaptadinha para ele”, escreveu Gabriela no tuíte que fez sucesso nas redes sociais. A foto mostra as caixas dos remédios usados pelo paciente analfabeto, mas um “detalhe” chama atenção no clique: a estudante usou adesivos coloridos para identificar qual medicamento o homem precisará tomar num determinado horário. A ideia é evitar que a pessoa se confunda, usando os produtos da forma correta. Confira: 

Com a ajuda de fitas e adesivos, Manuela conseguiu etiquetar as caixas de remédios com diferentes cores — um medicamente, por exemplo, precisa ser tomado duas vezes ao dia. Ela, então, usou duas fitas coloridas da mesma cor para indicar ao paciente quando ele precisará consumir o remédio. A ideia foi executada em conjunto com a professora Rayssa Pinheiro Miranda, dona das fitinhas coloridas usadas por Manuela para fazer a receita criativa. “Ainda muito chocada com o impacto que essa publicação causou”, escreveu a futura médica no Facebook. Veja: 

Foi um trabalho conjunto meu e dela, pensando no bem do nosso paciente, que agradeceu com um sorriso de compreensão ao final do atendimento”, explicou Manuela. A iniciativa da estudante e da docente foi elogiada por internautas, que admiraram a empatia mostrada pelas médicas no atendimento ao paciente. “É de profissionais assim que precisamos no Brasil, que profissionais como ela sejam a regra, e não a exceção”, apontou um rapaz. “Sua irmã é um exemplo que deveria ser seguido por todos!”, disse outra mulher. 

Dê sua opinião: E você, o que achou da iniciativa de Manuela? Deixe seu comentário e aproveite para curtir nossa página no Facebook!

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