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Marco Feliciano causa polêmica ao dizer que grupos LGBT usam massacre de Orlando para se promover

O pastor e deputado federal Marco Feliciano enfureceu internautas ao comentar o massacre que matou cinquenta pessoas e deixou outras 53 feridas em uma boate na cidade de Orlando, nos Estados Unidos. Em uma sequência de tuítes, ele defendeu a tese de que grupos LGBT estão usando a tragédia para autopromoção. + Ana Maria Braga denuncia […]

Por VEJA SP - Atualizado em 26 Feb 2017, 11h30 - Publicado em 13 Jun 2016, 18h03

feliciano

O pastor e deputado federal Marco Feliciano enfureceu internautas ao comentar o massacre que matou cinquenta pessoas e deixou outras 53 feridas em uma boate na cidade de Orlando, nos Estados Unidos. Em uma sequência de tuítes, ele defendeu a tese de que grupos LGBT estão usando a tragédia para autopromoção.

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Conhecido por se envolver em conflitos sobre os direitos dos homossexuais – é dele o projeto da ‘Cura Gay’, de 2013, que propunha a regulamentação de tratamentos para “curar” a homossexualidade – Feliciano acusou acusou os grupos de calarem-se em relação a outros atentados e criticou “o suporte dado pela esquerda” à Palestina.

 

Não demorou para que outras arrobas conhecidas da rede, como Felipe Neto e Rafinha Bastos (ambos também acusados de homofobia em outras ocasiões) rebatessem as afirmações do parlamentar.

No Twitter, as polêmicas declarações acabaram se tornando um dos assuntos mais comentados do último domingo (12). Entre os comentários, a maioria rechaçava o posicionamento do pastor.

Confira a repercussão:

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