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Mãe desabafa ao receber anúncios do Facebook após morte da filha

A britânica Anna England Kerr está enfrentando um momento de imensa tristeza: a filha da mulher nasceu morta

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 22 out 2018, 19h26 - Publicado em 22 out 2018, 19h24

A britânica Anna England Kerr está enfrentando um momento de imensa tristeza: a filha da mulher nasceu morta. A perda da criança ficou ainda mais difícil por causa dos algoritmos do Facebook. Ao usar a rede social de Mark Zuckerberg, Anna notou que inúmeros anúncios sobre recém-nascidos apareciam em seu feed de notícias — o que a deixa numa situação difícil ainda mais insuportável.

Após ser bombardeada pelos anúncios, a mulher escreveu uma carta social ao Facebook, explicando o que aconteceu com Clara, a bebê que já nasceu morta, e pedindo que não recebesse mais propagandas a respeito do tema em sua rede social. Anna afirmou que o site estava, sem querer, relembrando-a sobre sua dor.

A carta foi um último ‘grito de socorro’ de Anna. Ela já tinha ajustado sua conta para deixar de receber anúncios no Facebook, mas a alteração não teve efeito prático no dia a dia. Mesmo após quatro meses do nascimento de Clara, continuava recebendo a publicidade para recém-nascidos. Ela, então, aproveitou a semana de conscientização da perda de bebês para compartilhar a carta aberta — chamando, assim, a atenção da BBC.

Após a grande repercussão da história, Nicola Mendelsohn, vice-presidente do EMEA do Facebook, ligou para Anna expressando condolências e pedindo desculpas pelo bug no algoritmo — e também pelo problema na hora de desativar os anúncios. O problema ainda pode demorar um pouquinho para ser resolvido, mas a mulher diz que não vai deixar de usar a rede social. Assim como o Facebook dificultou seu período de luto, a rede social também é uma ferramente útil de conexão entre mães que enfrentaram as mesmas questões que Anna.

Dê sua opinião: E você, o que achou do desabafo da mulher? Deixe seu comentário e aproveite para curtir nossa página no Facebook!

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