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Japonês beijoqueiro e torcedor colombiano interrompem entrada no SporTV

"Eu tô num debate aqui absurdo. Tem um colombiano e um japonês agora...", disse o repórter Cassio Barco na manhã desta terça (19)

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 5 fev 2020, 14h01 - Publicado em 19 jun 2018, 12h47

O Japão surpreendeu os fãs de futebol na manhã desta terça (19) ao conquistar uma vitória contra a Colômbia na Copa da Rússia. A animação dos jogadores, no entanto, pode ser sentida também na torcida: antes da partida, o repórter Cassio Barco fazia uma entrada ao vivo quando foi surpreendido por um torcedor japonês e outro colombiano — que pareciam pra lá de animados para o primeiro jogo das seleções no Mundial.

Eu tô num debate aqui absurdo. Tem um colombiano e um japonês agora…“, disse o repórter. “Quanto vai ser o jogo?“, questionou Cassio. “Colômbia três, Japão zero!“, disse o colombiano em inglês. “Japão três, Colômbia zero!“, rebateu o torcedor japonês, roubando um beijo do turista adversário. “Vai ser três a zero para alguém segundo esses dois aqui. Os dois times muito confiantes!“, disse o jornalista — clique aqui para assistir ao momento. “A gente falou do terremoto, mas em Copa do Mundo o clima não tem como ser outro! Eu vou devolver para você porque eles estão um pouco alterados aqui…“.

No site do SporTV, Cassio revelou os bastidores do momento inusitado: “(…) Minha função em dia de jogos aqui na cidade é montar o tripé, ligar a câmera, gravar e mandar o material para o Brasil. Quando a missão é entrar ao vivo, via link, há sempre aquela tensão. Se vier alguém para atrapalhar, não há muito o que fazer – tenho de manter minha posição, não adianta correr ou mudar de lugar, já que não há um cinegrafista para virar a câmera ou ajustar o foco“. 

E foi isso o que aconteceu nesta terça-feira, antes do jogo entre Colômbia e Japão. Entrando ao vivo no Planeta SporTV, eu precisava dar as informações sobre a partida e mostrar o clima entre torcedores. Dei sorte: peguei um japonês e um colombiano bem animados e que se provocavam, de brincadeira, claro, em inglês. Nada melhor para um repórter do que encontrar gente disposta a dar entrevistas“, revelou o jornalista. “Mas, aos poucos, as coisas foram saindo do controle“. Confira a repercussão:

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