Justiça nega remissão de pena para condenado por matar pai e madrasta

Sentenciado a 33 anos de cadeia, Gil Rugai alegou estudos de caligrafia, desenho e até violão

O ex-seminarista Gil Rugai, condenado a 33 anos de cadeia pelo assassinato do pai, Luiz Carlos Rugai, e sua madrasta, Alessandra de Fátima Troitino, em 2004, não conseguiu comprovar estudos para obter direito a remissão de pena. Em setembro do ano passado, sua defesa alegou que ele teria direito a 114 dias a menos de prisão por ter feito cursos de caligrafia, desenho arquitetônico, mestre de obras e edificação, desenho artístico e violão, todos no modelo a distância. 

Na última sexta (14), atendendo a um pedido do Ministério Público, a juíza Sueli Zeraik de Oliveira Armani, da Vara de Execuções Criminais de São José dos Campos, afirmou que o método não pode ser comprovado. “As circunstâncias nas quais o curso foi realizado pelo sentenciado inviabilizam a verificação do atendimento ao aludido requisito, o qual, em última medida, visa a possibilitar o efetivo avanço e/ou a qualificação profissional do interno”.

A defesa de Gil Rugai pode recorrer da decisão em instâncias superiores.

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