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Auditório Simón Bolívar reabre com Jazz Sinfônica e Elza Soares

Fechado desde 2013 depois de um incêndio, o espaço foi reconstruído em um projeto de 42 milhões de reais

Por Juliene Moretti Atualizado em 7 dez 2017, 16h00 - Publicado em 7 dez 2017, 12h48

Depois de quatro anos fechado para reforma, o Auditório Simón Bolívar, no Memorial da América Latina, na Barra Funda, retoma as atividades. Em 2013, um incêndio destruiu o local, e feriu nove pessoas, entre bombeiros e brigadistas.

A restauração do espaço de 6 000 metros quadrados de área útil e com capacidade para 1 778 pessoas na plateia custou 42 milhões de reais. Uma das joias do endereço era a tapeçaria de 800 metros quadrados de autoria da artista plástica Tomie Othake, danificada pelo fogo. Ela foi reconstruída e retorna à parede lateral da plateia.

Tapeçaria de Tomie Othake: 840 metros quadrados refeitos Divulgação/Veja SP

No foyer, outras duas peças também destruídas voltam ao ponto de origem: Pomba, escultura de Alfredo Ceschiatti, e o mural Agora, de Victor Arruda.

Espaço renovado Divulgação/Veja SP

O primeiro evento musical está marcado para sexta (15), a partir das 19h30. É fechado para convidados e tem a participação da Orquestra Jazz Sinfônica, que estreou  neste mesmo local em 1990. No sábado (16), a partir das 21h, já aberta ao público, a programação conta com o projeto Jazz & Divas – Homenagem a Elza Soares, com participação da Jazz Sinfônica, banda Vera Fisher, Baby do Brasil, Liniker, Rosana, Vania Bastos, Sandra de Sá e As Bahias e a Cozinha Mineira.

Os ingressos estão sendo vendidos no site Total Player. A partir de terça (12), também estarão disponíveis na bilheteria do Memorial. Os valores variam entre 80 reais e 140 reais.

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