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Memória Por Blog Uma viagem no tempo às décadas passadas por meio de suas histórias, costumes e curiosidades.

Confira a trajetória da Rede TV! que completa duas décadas

A RedeTV! firmou sua audiência com programação popular e nomes como João Kleber e Sonia Abrão

Por Rafaela Bonilla - Atualizado em 21 Feb 2020, 11h46 - Publicado em 21 Feb 2020, 06h00

O bordão “Para, para, para”, de João Kleber, um dos apresentadores veteranos da RedeTV!, conhecido pelo quadro Teste de Fidelidade, é uma das marcas registradas do canal, que completou duas décadas em novembro.

O João Kleber Show virou um dos programas mais vistos da casa, atrás apenas do dominical Encrenca, que registrou 5,2 pontos na pesquisa do Ibope de 20 de janeiro, o que equivale a 389 000 domicílios na Grande São Paulo. Esse tipo de entretenimento popular firmou o nome da emissora.

Sonia Abrão no top cinco de telespectadores Rede TV!/Divulgação

Ainda de acordo com o Ibope, a estação ficou em quinto lugar em audiência no horário nobre, atrás de Globo, SBT, Record e Band. Fizeram fama por lá o Pânico na TV, em sua fase mais controversa, de 2003 a 2012, e os remanescentes TV Fama, SuperPop, com Luciana Gimenez, e A Tarde É Sua, comandado por Sonia Abrão. Até Hebe Camargo teve uma passagem pela casa.

O canal — adquirido por meio de uma concessão da falida Rede Manchete, no valor de 330 milhões de reais à época — foi fundado pelos engenheiros Amilcare Dallevo Jr. e Marcelo de Carvalho. Eles entraram com investimento pesado em tecnologia. Em 2008, a emissora figurou como a primeira no país a exibir o conteúdo em alta definição.

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A antiga sede em Alphaville Rede TV!/Divulgação

Antes sediada na região de Alphaville, agora traz estúdios em Osasco. “Ao falarmos da RedeTV!, é comum lembrarmos dos desafios da Manchete. Porém, mudanças na programação, bastante voltada para o entretenimento e a cobertura policial, e mesmo as demissões recentes podem ser consideradas estratégias para garantir a saúde da empresa a longo prazo”, acredita Roberta Brandalise, doutora em ciências da comunicação.

 

Publicado em VEJA SÃO PAULO de 26 de fevereiro de 2020, edição nº 2675.

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