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MC Guimê inspira musical que quer levar periferia ao teatro

Fenômeno recente do pop brasileiro, o cantor paulista MC Guimê, de 22 anos, ficou conhecido como o representante do chamado “funk ostentação”. No país dos musicais, não tardou para que o menino fosse transformado em tema de uma produção do gênero. Com dramaturgia de Pedro Garrafa e direção de Fezu Duarte, o espetáculo deve estrear […]

Por Dirceu Alves Jr. - Atualizado em 26 fev 2017, 18h09 - Publicado em 2 abr 2015, 17h33
MC Guimê: musical deve contar com canções inéditas do artista (Foto: Divulgação)

MC Guimê: musical deve contar com canções inéditas do artista (Foto: Divulgação)

Fenômeno recente do pop brasileiro, o cantor paulista MC Guimê, de 22 anos, ficou conhecido como o representante do chamado “funk ostentação”. No país dos musicais, não tardou para que o menino fosse transformado em tema de uma produção do gênero. Com dramaturgia de Pedro Garrafa e direção de Fezu Duarte, o espetáculo deve estrear na cidade até o final do ano e promete ir além de executar algumas musiquinhas para o público dançar. A montagem pretende trilhar um caminho de inclusão e promover um trânsito do público da periferia aos teatros da região central.

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Mas isso é possível? “Com um patrocínio, poderemos cobrar ingressos bem acessíveis e fazer com que todo mundo compre sua entrada”, afirma a diretora Fezu Duarte. Inclusão é uma das palavras que define o projeto. “Queremos mostrar como um jovem desfavorecido é capaz alcançar o sucesso e também influenciar fãs tão distintos, superando preconceitos e barreiras sociais”, diz Fezu.

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Temas conhecidos são presença certa na trilha. MC Guimê, porém, sinalizou com a possibilidade de criar canções inéditas para a peça. Além das temporadas em salas convencionais, o musical deverá ser apresentado em praças e espaços públicos, com entrada franca, pelas periferias do Brasil. A ideia é que esse circuito seja aberto em Osasco, cidade do rapaz. MC Guimê não estará no elenco, que ainda nem começou a ser selecionado. Quem poderia ser o protagonista, então? “Vamos precisar de um ator jovem que toque guitarra, tenha a pegada do rap, dance e represente a imagem do ídolo”, completa Fezu.

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