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“E a Vida Continua…”

Por Miguel Barbieri Jr. Para quem achava que o filão do drama espírita havia atingido o fundo poço em “O Filme dos Espíritos”, vale o alerta: o primeiro longa-metragem dirigido pelo ator Paulo Figueiredo mostra-se ainda pior. Se a câmera tivesse sido dada para um estudante de cinema, provavelmente o resultado seria menos primário. Gravado […]

Por VEJASP Atualizado em 27 fev 2017, 13h29 - Publicado em 13 set 2012, 14h36

Por Miguel Barbieri Jr.

Ana Rosa e Amanda Costa em cena de “E a Vida Continua…”: drama espírita

Para quem achava que o filão do drama espírita havia atingido o fundo poço em “O Filme dos Espíritos”, vale o alerta: o primeiro longa-metragem dirigido pelo ator Paulo Figueiredo mostra-se ainda pior. Se a câmera tivesse sido dada para um estudante de cinema, provavelmente o resultado seria menos primário. Gravado em vídeo de alta definição, o filme tem o jeitão de uma telenovela de uma emissora bem pobre. Realização tosca à parte, a história possui um didatismo exagerado, como se quisesse doutrinar o espectador. Na trama, a jovem Evelina (Amanda Costa) conhece o gentil senhor Ernesto (Luiz Baccelli) num hotel-fazenda. Ambos estão lá para descansar e se preparar para uma delicada cirurgia. O convívio diário os aproxima. Depois da operação, Evelina acorda numa clínica no campo, onde reencontra Ernesto. Ambos ficam sabendo que morreram e estão no plano espiritual. Baseado no livro homônimo, escrito em 1968 pelo espírito André Luiz e psicografado por Chico Xavier, o roteiro insiste em coincidências forçadas que tendem a ser risíveis. Nada contra o tema, mas o espiritismo merece uma fita à altura de seus seguidores. Com Lima Duarte, Ana Lúcia Torre e Ana  Rosa.

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AVALIAÇÃO: péssimo

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