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Avenida Paulista é fechada na noite desta quarta (16) com protesto contra Lula e Dilma

Após o grande protesto de domingo (13) na Avenida Paulista, a via recebe mais um ato contra o governo na noite desta quarta (16). A ação é uma resposta à divulgação de grampos de diálogos entre Lula e Dilma, que indicam que a presidente agiu para tentar evitar a prisão de Lula, e à nomeação do líder petista […]

Por Carolina Giovanelli - Atualizado em 26 Feb 2017, 12h51 - Publicado em 16 Mar 2016, 20h38
Manifestantes na avenida (Foto: Ricardo Matsukawa/VEJA)

Manifestantes na avenida (Foto: Ricardo Matsukawa/VEJA)

Após o grande protesto de domingo (13) na Avenida Paulista, a via recebe mais um ato contra o governo na noite desta quarta (16). A ação é uma resposta à divulgação de grampos de diálogos entre Lula e Dilma, que indicam que a presidente agiu para tentar evitar a prisão de Lula, e à nomeação do líder petista ao ministério da Casa Civil.

+ Grampos telefônicos de Lula e Dilma já viraram meme na internet

Por volta das 21h, a avenida se via fechada nos dois sentidos, com um grupo ocupando o quarteirão entre a Rua Pamplona e a Alameda Casa Branca. Mais de 2 000 pessoas se aglomeravam na área, muita gente recém-saída do trabalho. Apitos e bandeiras do Brasil apareciam na rua. Escutavam-se também gritos de guerra, como “fora PT”. A Fiesp ostentava uma bandeira em luto em sua fachada.

A Polícia Militar estimava cerca de 5 000 participantes no ato por volta das 21h. Porém, muita gente ainda chegava na região.

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Panelaços também foram ouvidos em diversos bairros. Eles devem ser ainda maiores no horário do Jornal Nacional, que começa às 20h30, na TV Globo. Organizações pró-impeachment como Brasil Livre e Vem Pra Rua convocaram a ação pelo Facebook.

+ São Paulo reage a grampo de Lula e Dilma com panelaço

avenida paulista

(Foto: Ricardo Matsukawa/VEJA)

(Foto: Ricardo Matsukawa/VEJA)

(Foto: Ricardo Matsukawa/VEJA)

(Foto: Veja São Paulo)

(Foto: Veja São Paulo)

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avenida paulista

(Foto: Veja São Paulo)

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IMG_3556

(Foto: Veja São Paulo)

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Acompanhe em vídeo:

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Na onda da manifestação, a loja Hering, próxima ao metrô Consolação, colocou uma funcionária na porta para vender camisetas amarelas por 39,90 reais e lucrar com o movimento.

+ Leia íntegra do despacho de Moro autorizando grampo em Lula

hering paulista

Oportunidade de negócios (Foto: Veja São Paulo)

O cantor Lobão, famoso defensor da causa, foram ovacionados no protesto:

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