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Os quatro resgates mais marcantes para Luisa Mell

Luisa Mell é uma protetora de animais incansável. Recebe centenas de pedidos de ajuda diariamente, principalmente através de sua página no Facebook (que tem mais de 150 000 seguidores), e se desdobra para tentar resolver todos que consegue. Salvou cães à beira da morte, achou lares para outros. A paulistana selecionou, a pedido do blog, […]

Por Carolina Giovanelli Atualizado em 27 fev 2017, 10h49 - Publicado em 17 Maio 2013, 14h01

Luisa Mell é uma protetora de animais incansável. Recebe centenas de pedidos de ajuda diariamente, principalmente através de sua página no Facebook (que tem mais de 150 000 seguidores), e se desdobra para tentar resolver todos que consegue. Salvou cães à beira da morte, achou lares para outros. A paulistana selecionou, a pedido do blog, os quatro resgates mais marcantes que já fez. Dá uma olhada:

1. “Era domingo, dia de jogo, e estava chovendo bastante. Caindo o mundo. Eu estava em Santana,  na Avenida Brás Leme. Vi um cãozinho todo molhado, andando no meio da rua. Eu e meu cunhado o chamávamos, mas ele não vinha, de tão medroso que era. Por isso, seu nome hoje é Mané. Quando eu o apresentei para minha irmã, ela não aguentou e acabou ficando com ele.”

2. “Recebo centenas de pedidos de ajuda todos os dias. Nesta primeira foto, que sei que é forte, aparece o Garrincha. Foi amarrado em uma árvore com um buraco nas costas! Estava com bicheira, uma doença horrível, em que as larvas de mosca vão comendo o animal vivo. A aparência é assustadora. Se o bicho não for tratado, morre em alguns dias, depois de muito sofrimento. Porém, o tratamento é fácil. Gosto de falar deste caso, pois mostra que mesmo em uma situação horrorosa como esta, existe cura. Só precisava que alguém o ajudasse. É o que fez a diferença entre uma morte dolorosa e uma vida feliz! Essa segunda imagem mostra o totó recuperado. Ele foi adotado.”

3. “Esse resgate aconteceu em um bairro nobre de São Paulo, na Pompeia.  Dá para acreditar que a pessoa se mudou e deixou os cachorros trancados na casa? Fui chamada pelos vizinhos que os alimentavam pelo portão e estavam comovidos com a tristeza dos cães presos. Precisei chamar a polícia para poder tirá-los de lá. A cocker era a mãe, o dálmata era o pai e os vira-latas eram os filhotes dos dois. Todos arranjaram um lar.”

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4. “Recentemente, recebi essa primeira foto falando que o cachorro estava jogado na rua e tinha alguns machucados. Corremos para Pedreira, no interior de São Paulo, o local onde havia sido abandonado. Passamos o caminho torcendo para que ainda estivesse vivo. Quando chegamos, tivemos uma boa surpresa, ele não estava tão mal! Possuía apenas alguns machucado pelo corpo. Ele é bem novinho. Será castrado e no sábado irá para nossa feira de adoção.

Mas o melhor (ou pior) ainda estava por vir. A Nina, que é uma protetora independente da cidade, veio nos contar que conhecia um senhor que deixava a cadela dia e noite presa com um cordão minúsculo e que não tinha condições de cuidar dela, nem de seus quatro filhotes. Fomos até o local e nos deparamos com uma situação terrível. Os pequenos estavam cheios de pulgas e carrapatos e a mãezinha ficava amarrada. A comida estava espalhada pelo chão. O senhor era bem simples e nos agradeceu muito por levá-los e dar uma chance a eles. Explicou que a vizinha se mudou e deixou a cachorra na rua, mas, quando ela engravidou, ele ficou com dó e deixou-a parir ali. Resgatamos todos. Estão sendo vacinados e vermifugados. Agora, precisamos arranjar donos para que nossa história realmente tenha um final feliz e para que nós consigamos espaço para resgatar outros que estão sofrendo nas ruas.”

(Fotos: Arquivo Pessoal)

+ Luisa Mell: a musa pet da internet

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