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Arte ao Redor Tatiane de Assis é repórter da Veja SP. Acredita que as artes visuais podem aproximar pessoas e descortinar novas facetas da vida.

Exposição sobre o Egito tenta agradar diferentes públicos

Mostra tem instalações interativas e artigos raros dessa civilização antiga

Por Tatiane de Assis Atualizado em 28 fev 2020, 14h26 - Publicado em 28 fev 2020, 06h00

Egito Antigo: do Cotidiano à Eternidade, no Centro Cultural Banco do Brasil, quebra o hiato de quase vinte anos sem mostras sobre essa civilização em São Paulo. As duas últimas aconteceram em 2001, no Masp e no Museu de Arte Brasileira da Faculdade Armando Alvares Penteado (MAB-Faap). Com curadoria do holândes Pieter Tjabbes, a presente exibição tem três núcleos: cotidiano, religião e eternidade. Com 140 peças, vindas do Museu Egípcio de Turim, cumpre a contento a missão de trazer uma visão ampla desse povo. Também acerta em satisfazer diferentes públicos. Dentro da pirâmide cenográfica, a instalação que “transforma” uma pessoa em uma múmia tem abordagem mais descontraída, ao passo que a múmia (verdadeira) Tararo, datada de 700 anos a.C., atende ao frenesi causado pela ideia de vida após a morte. Coadjuvante, surpreende o chinelo de fibra vegetal, datado entre 1750 e 332 anos a.C.

CCBB.

Rua Álvares Penteado, 112, centro, ☎ 3113-3651. Quarta a domingo, 9h às 21h. Grátis. Até 11 de maio.

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