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Miquel Barceló

Resenha por Laura Ming

Foi a participação na Bienal de São Paulo de 1981 que alavancou a carreira internacional do espanhol Miquel Barceló. Ele se tornou o artista vivo mais valorizado de seu país quando uma tela sua sobre uma arena de touradas foi vendida por 4,5 milhões de euros, em 2011. Ele divide o tempo entre ateliês em Maiorca, onde nasceu, Paris e Mali. No território africano, começou a trabalhar com cerâmica após aprender a técnica com as aldeãs locais. Há uma década sem expor no Brasil, Barceló apresenta quinze obras produzidas nos últimos seis anos. Lá estão algumas peças de cerâmica, que evidenciam o interesse do espanhol de 57 anos pelo primitivo. Um elefante de 4 metros de altura em exposição se equilibra sobre a própria tromba na escultura Elefandret, uma versão menor do que a que ocupou a praça Union Square, em Nova York, em 2012. Para isso, uma estrutura especial precisou ser montada para garantir que o chão suportasse as quase 2 toneladas de bronze. A mostra também traz pinturas feitas com pigmento vinílico, o que proporciona espessa textura às telas, como a Tomate Coeur de Baleine, em que um tomate aparece espatifado. De 29/5/2014 a 12/7/2014.

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