Videoarte

Confira as exposições que utilizam o vídeo como suporte

Além de pinturas e esculturas, São Paulo possui ótimas opções para quem vê nos recursos audiovisuais uma importante forma de expressão

Por: Redação VEJINHA.COM - Atualizado em

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O Albanês Adrian Paci mostra um tradicional casamento de seu país na videoinstalação "Last Gestures". (Foto: Divulgação)

Conheça abaixo cinco exposições com videoarte:

  • Começa neste sábado (6), no Sesc Pinheiros, a exposição The Mediterranean Approach, mostra que reúne esculturas, pinturas, instalações e vídeos de artistas de toda a região banhada pelo Mar Mediterrâneo, como Itália, Grécia, Espanha, França, Suíça Turquia, Albânia, Israel, Palestina, Egito, Marrocos e Líbano. Todas as obras são inéditas no Brasil e antes de chegar a São Paulo a mostra – que é um projeto da ONG ART for The World – passou pela Bienal de Veneza (2011), na Itália, e pelo Museu de Arte Contemporânea de Marselha (2012), na França. De 06/10/2012 a 13/01/2013.
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  • Depois de fazer uma mostra muito política em 2010, a Bienal de São Paulo chega à trigésima edição mais intimista. Sob o (vago, diga-se) tema “A iminência das poéticas”, o curador venezuelano Luis Pérez-Oramas reuniu cerca de 2.900 obras de 111 artistas. De montagem bem mais organizada e, felizmente, com menos vídeos do que a edição anterior, a exposição acerta ao voltar a dar alguma ênfase à pintura. Os tons claros das abstrações de John Zurier, o talento figurativo de Eduardo Berliner e os jogos cromáticos de Lucia Laguna e Juan Iribarren (acertadamente colocados em salas vizinhas) são dignos de nota nesse gênero. Também não faltam bons fotógrafos: August Sander, Saul Fletcher, Sofi a Borges e Alberto Bitar entre eles. Indispensáveis ainda são as instalações do esquizofrênico e genial Arthur Bispo do Rosário, os exercícios construtivos de Waldemar Cordeiro e as delicadas esculturas de arame da venezuelana Gego. Há excessos (os próprios vídeos, de modo geral), algo típico para um evento desse porte, mas os pontos positivos compensam os problemas. De 07/09/2012 a 09/12/2012.
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  • A exposição “Videomódulos” de Tony Camargo apresenta 12 vídeos recentes, que exibem em telas LED 42” uma série de performance realizadas pelo próprio artista. São obras com cerca dois minutos, editadas em looping, compostas por ações abstratas em um espaço pictórico-cenográfico, preparado com a intervenção e inserção de objetos e detalhes cenográficos, buscando integração entre “figura e fundo”. Em paralelo à ação, ocorre no vídeo um campo de cor que a ação. De 10/10/2012 a 20/11/2012.
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  • A mostra é resultado do processo criativo do novo romance da escritora e apresentadora, A Louca Debaixo do Branco. A publicação se baseia na figura da noiva para abordar o amor. Ela compila nesse “livro-instalação” (como define) fotos e vídeos dela mesma feitos por artistas como Bob Wolfenson e Hildebrando de Castro. Impossível negar a qualidade estética de alguns dos registros. Ainda assim, eles acabam se perdendo dentro do contexto confuso da exposição, voltado demais à figura de sua idealizadora. O espectador sai do MIS exausto pelo abuso de egocentrismo e, sobretudo, pela quantidade de clichês presentes nos textos inscritos nas paredes. Resultado: muita Fernanda Young para pouca reflexão criativa e de fato inspiradora. Em alguns momentos, sempre de surpresa, a autora aparece pessoalmente no espaço expositivo para conversar com o público e coletar opiniões. De 03/10/2012 a 18/11/2012.
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  • Primeira individual do artista inglês no Brasil, Geopoéticas reúne quatro instalações audiovisuais. Julien é conhecido também pelo prolífico trabalho como cineasta. De 04/09/2012 a 16/12/2012.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO