CRIMINALIDADE

Homem é preso sob suspeita de abusar de jovem no metrô

Suspeito foi imobilizado por policial à paisana que estava na composição. Pena é de dois a seis anos de detenção

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

Metrô Linha 1-Azul Estação Jabaquara
Caso aconteceu na terça, na Linha 1-Azul (Foto: Folhapress)

No fim da tarde de terça (22), um homem foi preso sob suspeita de abusar sexualmente de uma passageira do metrô de São Paulo. De acordo com a polícia, o caso ocorreu por volta das 19h na Linha 1-Azul.

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O suspeito, de 25 anos, segundo a polícia, tocou nas partes íntimas da mulher e ejaculou na mochila e na calça da jovem. Ao perceber o abuso, a vítima pediu ajuda de outros passageiros.

Um policial militar à paisana que estava no vagão imobilizou o suspeito e o encaminhou para a Delegacia do Metropolitano. Ele pode pegar de dois a seis de prisão

Abuso metrô
Homem suspeito de abusar sexualmente de uma mulher no metrô de São Paulo (Foto: Reprodução/TV Globo)

Neste mês, outros dois casos de abuso no metrô e na CPTM vieram a público. No dia 14, um homem suspeito de abusar sexualmente de uma jovem na estação Sé do Metrô acabou agredido por outros passageiros. No dia seguinte, situação semelhante ocorreu na Lina 11-Coral da CPTM.

A recorrência de casos de abuso sexual no transporte público levou um grupo de mulheres a realizar um protesto na Estação República do Metrô no final de agosto.

O ato foi realizado na estação em que em abril deste ano uma funcionária foi estuprada dentro de um guichê de recarga de Bilhete Único.  

O Metrô lançou em abril a campanha “Você não está sozinha” para combater o assédio sexual em seus trens. Em julho, uma jovem vítima de assédio sexual ganhou na Justiça uma ação contra o Metrô, que teve de pagar indenização de 20 000 reais para a mulher, molestada em um vagão na linha 1-Azul em setembro de 2014.

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Naquele mesmo ano, a Companhia do Metropolitano lançou uma campanha publicitária na Rádio Transamérica que revoltou passageiros, causou polêmica nas redes sociais e foi alvo de investigação do Ministério Público Estadual (MPE).

Fonte: VEJA SÃO PAULO