Cinema

3 perguntas para... Diego Boneta

Ator mexicano fala da experiência de filmar "Rock of Ages" ao lado de estrelas como Tom Cruise e Catherine Zeta-Jones

Por: Miguel Barbieri Jr.

Diego Boneta
Diego Boneta: "Gostaria muito de trabalhar com o Fernando Meirelles" (Foto: Brian Bowen Smith)

Ator mexicano de 21 anos, Diego Boneta ficou conhecido pela novelinha “Rebelde”, gravou discos (um deles em português) e, ao lado de astros como Tom Cruise e Alec Baldwin, protagoniza “Rock of Ages — O Filme”, musical que marca sua estreia no cinema americano.

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VEJA SÃO PAULO — Qual foi sua reação ao saber que tinha sido escolhido para o papel principal?

Diego Boneta — Eram milhares de rapazes competindo por apenas uma vaga e fiz os testes como todos os outros. Foram várias etapas, sempre muito tensas. Antes de o diretor Adam Shankman me telefonar dizendo que eu tinha sido o escolhido, fiquei três dias com enxaqueca. A dor desapareceu em segundos, liguei para os meus pais e fomos comemorar bebendo muita tequila. Em meu primeiro filme, estava ao lado de astros como Tom Cruise, Alec Baldwin e Catherine Zeta-Jones. Foi um sonho que virou realidade.

VEJA SÃO PAULO — O que você conhece do Brasil?

Diego Boneta — Eu falo um pouco da sua língua porque tive de aprendê-la para gravar um disco em português. Estive no Brasil em 2006 e 2007, durante um tour do grupo RBD. Ficamos cerca de cinco meses rodando o país: Manaus, Belém, Fortaleza, Salvador, Vitória... No Rio, cantamos no Maracanã e, em São Paulo, no Estádio do Morumbi. O Brasil é um lugar muito especial. Amei o povo, ia às churrascarias todos os dias, adorei as garotas e ouvi muita música brasileira, como Lulu Santos, Roberto Carlos e Caetano Veloso. De cinema, conheço os filmes do diretor Fernando Meirelles, com quem gostaria muito de trabalhar.

VEJA SÃO PAULO — Você não era nascido em 1987, quando se passa o filme. A música daquela época lhe agrada?

Diego Boneta — Desde meus 8 anos, já escutava bandas como U2, Police e Queen — estes também eram os artistas que meus pais ouviam. Ou seja: cantar no filme hits como “Don’t Stop Believin’” foi incrível. No meu iPod, tenho os grupos da década de 80, além de cantores atuais, como os indies Gotye e Sia. Também sou muito fã do Coldplay. Uns dias atrás fui pela primeira vez a um show deles e achei extraordinário.

Fonte: VEJA SÃO PAULO