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Resenha por Daniel Bergamasco

Entre os meses de julho e agosto, o público costuma se acomodar em esteiras de palha sob as 4.000 cerejeiras para apreciar melhor a florada, que acontece nessa época. Em qualquer período do ano, porém, o parque se torna boa opção para quem se hospeda na Zona Leste. Com 200 hectares, é gigante em tudo. Só de churrasqueiras, são cerca de oitenta. A fauna é uma das mais diversas da capital, com cerca de 130 espécies de animais catalogadas, como garças, tatus, veados e gaviões.

Com uma área de 15 milhões de metros quadrados, o Parque do Carmo é o segundo maior de São Paulo. Uma das atrações de sua fauna são os caxinguelês, roedores da família dos esquilos. Esses dóceis animais gostam de frutas e sementes. Acostumados com os visitantes, aproximam-se das pessoas em busca de comida. Além deles, existe mais de uma centena de espécies, entre mamíferos, aves e répteis, como o lagarto florestal, também conhecido como papa-vento. A flora do local reúne 242 espécies, das quais nove estão ameaçadas de extinção, como a copaíba, o pau-brasil e as samambaiaçus. A vegetação conta ainda com o bosque de cerejeiras-deokinawa, que floresce em agosto. O parque fica na área da antiga fazenda do empresário Oscar Americano de Caldas Filho, da qual herdou um conjunto de lagos e o prédio de arquitetura colonial, onde hoje funciona a sede.

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