2012 - Participante
Categoria Bares música ao vivo
Num galpão despojado, lota de universitários amantes de samba e choro e gringos. Sempre com um copo de cerveja na mão, um público sem frescura cai na farra e canta junto clássicos apresentados por grupos como Pau d’Água e Choro Rasgado e as cantoras Juliana Amaral e Giana Viscardi. Para conseguir uma mesa, só chegando bem cedo. Nos espaços que sobram no muvucado salão, garçons se espremem para entregar as cervejas (Brahma, Original e Skol) e os petiscos, a exemplo da porção de pastéis.
Por Veja SP
2011 - Indicado
Categoria Bares música ao vivo
Público de jeitão desencanado bebericando cerveja, ambiente sem frescura e programação ao vivo centrada em samba e chorinho de qualidade fazem do boteco uma encarnação da Lapa carioca em São Paulo. Muitos gringos, com suas inseparáveis caipirinhas na mão, também costumam entrar na dança. Quando o clima esquenta, algumas mesas são arrastadas e dão lugar a uma pista onde casais rodopiam sem se importar com a muvuca. Têm presença garantida na agenda os grupos Pau d’Água e Inimigos do Batente e as cantoras Juliana Amaral, Anaí Rosa, Giana Viscardi e Dona Inah.
Por Veja SP
2010 - Indicado
Categoria Bares música ao vivo
Os anos passam e o simpático boteco de frente para o muro do Cemitério São Paulo continua sendo uma espécie de sucursal paulistana da boêmia Lapa carioca. Aberto em 1996, é ímã de fãs do samba e do chorinho e de gringos interessados em interagir com o público desencanado e meio hippie que bate cartão ali. No ambiente para lá de simples, o pessoal esvazia garrafas de cerveja (Original, Serramalte e Itaipava, entre outras) de golinho em golinho e curte as apresentações ao vivo. Os grupos Gafieira Nacional e Inimigos do Batente e as cantoras Dona Inah, Anaí Rosa e Juliana Amaral têm presença assídua na agenda. Depois de alguns copos, os casais dão um jeito de arrumar um espacinho para dançar no meio da muvuca.
Por Veja SP
2009 - Vencedor
Categoria Bares música ao vivo
Os banheiros são precários, o espaço é apertado e há apenas um caixa para pagar o cartão de consumo. Nada disso abala o clima alto-astral do Ó do Borogodó, que estreia no time dos campeões. Na ativa desde 1996, pode ser considerado uma encarnação da Lapa carioca em São Paulo. Lembra em muitos aspectos certos botequins daquele pedaço boêmio do Rio de Janeiro -- do público de jeitão desencanado ao ambiente sem frescura, passando pela programação ao vivo centrada sobretudo em samba e chorinho de qualidade. Como não há palco, os músicos espremem-se num canto do salão. Craques no cavaquinho, no pandeiro e no tamborim, entre outros instrumentistas, alegram a eclética clientela, que inclui também senhores de chapéu de bamba, garotões de boné e gringos. As cantoras Dona Inah, Karina Ninni, Juliana Amaral e Fabiana Cozza têm presença assídua na agenda. No repertório aparecem composições de Cartola, Zé Kéti, Aldir Blanc, Elton Medeiros, Paulinho da Viola, Noel Rosa, Dorival Caymmi, Chico Buarque... Hectolitros de cerveja (Original e Serramalte,; Itaipava) embalam a noitada até as 3 da manhã. Depois de alguns copos, os casais dão um jeito de arrumar um espacinho para dançar no meio da muvuca.
Por Veja SP