Um PM “infiltrado” nas aulas da USP

Eduardo Barbosa lança o livro 'Lições que Aprendi' na USP

A presença do PM Eduardo Barbosa, de 33 anos, nas aulas do curso de Letras da Universidade de São Paulo (USP) causa reações diversas.

Alguns colegas dizem que se sentem protegidos por ter um policial na classe. Por puro preconceito, outros o menosprezam e evitam contato. “Em 2011, na ocupação da reitoria, fui acusado de ser agente infiltrado com a função de mandar informações sobre os alunos”, diz Barbosa.

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Em abril, ele lança Lições que Aprendi na USP (LCTE Editora), livro no qual conta sua experiência como universitário e analisa a segurança do câmpus Butantã.

Barbosa defende um policiamento mais efetivo no local. “A criação de uma base fixa, com tropa e viaturas, facilitaria a divulgação de medidas de autoproteção e ajudaria a ter rondas mais frequentes”, avalia.

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