Crianças

Dez motivos para visitar o Museu de Zoologia da USP

Localizado no bairro do Ipiranga, o passeio é uma bela aula de biologia para crianças e adultos

Por: Mariana Rosário - Atualizado em

Esqueleto
Museu de Zoologia: reaberto no ano passado depois de 4 anos de reforma (Foto: Divulgação)

Depois de quatro anos fechado para uma grande reforma, o Museu de Zoologia da USP reabriu suas portas para o público conhecer e entender mais sobre animais de diferentes espécies. Construído na década de 40, o local tem o térreo completamente ocupado com peças que vão de fósseis a animais empalhados (no processo tecnicamente conhecido como taxidermia), passando também por réplicas que lembram muito algumas criaturas cinematográficas. Se interessou? O museu funciona de quarta a domingo, 10h às 17h (com entrada até 16h30).

1) É grátis (por enquanto)

Para atrair o público depois do grande período fechado, o museu liberou as catracas e todos podem curtir sem pesar no bolso, mas fique ligado que a promoção é por tempo limitado.

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Esqueleto (2)
Esqueleto: trata-se de uma réplica de Tapuiassauro com 4 metros de altura (Foto: Divulgação)

2) Tem esqueleto de dinossauro gigante

Quem tiver a imaginação mais fértil vai se lembrar do “Rex” da franquia de filmes Um Noite no Museu que faz a maior agitação por onde passa com todo seu tamanho. Aqui, dois grandalhões das espécies Tapuiassauro com 11 metros de comprimento e 7 de altura e Carnotauro, com cerca de 7 metros de comprimento e 3 metros de altura se destacam no espaço. São reproduções, ok, mas são muito legais.

Felinos
Felinos: os animais ficam bem pertinho dos visitantes (Foto: Divulgação)

3) Tem bichos de diferentes origens

Lembra da aula de ciências na escola? Pois bem, são mamíferos, répteis, aves, anfíbios, insetos, moluscos, crustáceos, entre outros.

4) É uma bela aula de biodiversidade - o grande tema do museu

As plaquinhas que estão ao lado dos animais explicam mais sobre sua origem e o habitat daquele exemplar. Dá para se virar bem e aprender bastante lendo as indicações e ainda saber quais estão ameaçados de extinção.

5) O espaço é bem divido

Você vai passando por “áreas temáticas” que acompanham a cadeia evolutiva de muitas espécies. No passeio, dá para entender muito bem a mudança de cada ser no decorrer dos tempos. Além disso, o museu explica a importância da preservação de diversos bichos <3.

F ¦ssil
Réplica de fóssil: vestígios originais também fazem parte da exposição (Foto: Divulgação)

6) Tem fosseis de verdade (!!!)

Para identificar as raridades, basta olhar com atenção nos displays de vidro na lateral do corredor central.

Taxidermia
Taxidermia: é o processo de empalhar os animaizinhos que ficam com a aparência como se ainda estivessem vivos (Foto: Divulgação)

7) O acervo conta com mais de 800 peças

Para algumas pessoas, pode parecer meio macabro os animaizinhos empalhados, é verdade, mas esta pode ser uma oportunidade única de chegar perto de um pinguim ou de um urso de ócuos. Spoiler: até que eles são fofinhos

8) É uma verdadeira viagem no tempo

Uma das peças data de 70 milhões de anos atrás, no período cretáceo. Alguns passos depois, encontramos raposas e ursos que existem nos dias de hoje.

Ultima sala
No fim do museu, o salão reproduz o ambiente de estudo dos profissionais da instituição (Foto: Divulgação)

9) Ver (e entender) o que diz a teoria da evolução

A grande teoria de Charles Darwin é explicada na prática por vários painéis. Um dos mais legais mostra uma seleção de crânios que vão dos hominídeos até o homo sapiens.

USP - Museu do Ipiranga
USP - Museu do Ipiranga (Foto: Reprodução )

10) Passar pelo Museu Paulista e o Sesc Ipiranga, ali pertinho

Mesmo fechado, o Museu do Ipiranga conta com um bonito jardim, que vale a pena a visita e até alguns cliques. O Sesc é um bom lugar para encontrar comidinhas sem gastar muito.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO