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Labrador: onde comprar um filhote como o da capa desta edição

Cachorro da raça custa de 1480 a 3000 reais em pet shops da cidade

Por: Daniel Ottaiano - Atualizado em

Labrador
Filhote de labrador: preço varia devido a fatores como a linhagem do animal (Foto: Getty Images)

A raça é considerada uma das mais inteligentes e companheiras, características que já lhe renderam um best-seller, “Marley & Eu”, tamanho o fascínio causado. Não à toa, um filhote de labrador também está na capa da edição desta semana de VEJA SÃO PAULO.

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Para os leitores que se apaixonaram pelo mascote, indicamos cinco pet shops e criadores para comprar pets fofos como ele. O preço de um cão desses oscila entre 1480 a 3000 reais na cidade — a variação deve-se a fatores como as diferentes linhagens de animais, por exemplo — e pode ser encontrado em três cores: amarelo (como o da revista), marrom ou preto. Veja cinco lugares onde encontrar o seu:

Au Pet Store – A loja possui um showroom na Avenida Europa e uma loja na Alameda Lorena, ambos nos Jardins. Em ambos, o processo de compra é sob encomenda. O pet shop faz o intermédio entre o interessado e criadores, em busca do animal ideal. O preço médio de um filhote sai por 3 000 reais.

Avenida Europa, 352, Jardim Europa. (11) 3088-0838

Alameda Lorena, 1784, Jardim Paulista. (11) 3044-7555

http://www.aupetstore.com.br

 

Canil Tokay – O estabelecimento é especializado na criação e na venda da raça. Para comprar um, o cliente deve entrar em contato por telefone e agendar uma visita — atenção: NÃO VÁ sem marcar. Eles não recebem. Os preços vão de 1 700 a 2 000 reais. Atualmente, o canil conta com quinze cães de diversas idades, todos com pedigree.

Rua Engenheiro Teixeira Soares, 194, Butantã. (11) 3031-8940 e (11) 8105-1199

http://retrieverdolabrador.com.br Filhotes & Fricotes Trabalha também com o sistema de encomendas. Em média, um filhote custa 2 800 reais e os cães podem vir castrados se o cliente desejar.

Shopping Iguatemi. (11) 3812-4897

http://www.filhotes.com.br

Mascotes & Cia – Conta com canil próprio, que atualmente tem cinco fêmeas, todas amarelas e com cinco meses. No pet shop, há ainda um macho preto de mesma idade. Cada um sai por 1 480 reais. Também está à venda um filhote de Golden Retriever (primo mais peludo da raça), por 2 680 reais.

Shopping Villa Lobos. Piso térreo. (11) 3024-3868

http://www.mascotesecia.com.br

 

Pet Center Marginal – Possui atualmente dois filhotes machos (2 200 reais cada um) e uma fêmea (2 400 reais), todos amarelos. A loja, porém, não trabalha com encomendas ou reservas e o cliente depende da disponibilidade de labradores.

Avenida Presidente Castelo Branco, 1795, Pari. Tel. (11) 2797-7400 http://www.petcentermarginal.com.br

 

Como escolher e manter seu mascote

Dicas da criadora Claudia Kneese, do Canil Tokay

Na hora de comprar:

- Veja se o cão tem pelos e olhos brilhantes, isso indica que ele é saudável.

- Um bom cachorro tem camada de gordura. Não é só “pele e osso”

- Um filhote quieto não necessariamente está doente, mas ele deve reagir quando chamado.

- Filhotes muito alegres são bastante ativos.

- Sempre peça a carteira de vacinação assinada por um médico veterinário.

- Preste atenção às condições em que o filhote vive: água e potes de comida limpos e local apropriado são necessários.

- Verifique as condições dos animais adultos que estão juntos. A saúde deles pode indicar como os cachorros são tratados no local.

Na hora de cuidar:

- O labrador é um cachorro bastante dependente do dono. Não dá certo com quem passa o dia inteiro fora de casa.

- Escovação (tanto dos dentes quanto dos pelos) deve ser feita duas vezes por semana

- O cachorro deve andar uma hora por dia. De preferência pela manhã, quando costuma estar mais ativo.

- Os limites devem ser dados desde o primeiro momento. Não deixá-lo subir no sofá, por exemplo, é coisa para se ensinar logo que ele chegar à sua casa

- Filhotes em crescimento comem até 600 gramas de ração por dia. Adultos, no máximo 400 gramas.

- Labradores adoram frutas. É uma boa opção de alimento, mas não deve substituir a ração.

Fonte: VEJA SÃO PAULO