Cultura & Lazer
Galeria Metrópole
Depois da pandemia, ganhou fôlego com a chegada da economia criativa e hoje reúne lojas de design, editoras, sebos, restaurantes e bares. Desde dezembro, ganhou Sanduteca, Cangote e Na Fila do Pão. No Prosa e Vinho, há fila de espera nos dias de maior movimento. Av. São Luís, 187, República
Aberta em 1963, ganhou perfil alternativo a partir dos anos 1980, com lojas de moda underground, discos de vinil e pubs. Hoje atrai também o público do hip-hop e do skate. Desde o ano passado, o rooftop recebe bandas aos sábados, das 11h às 17h, com vista da cidade e chope gelado. Nesses dias, o movimento chega a 25 000 pessoas. Av. São João, 439, República
Galeria do Rock
Nascida em 1962, hoje tem a maior concentração de lojas de discos da cidade: 45 estabelecimentos, três vezes mais que há três anos. É reduto de colecionadores e frequentada por nomes como Ed Motta e Walter Salles, clientes da pioneira Medusa Records. Entre os novos inquilinos está a Disco Vinil & Café, aberta por dois DJs há nove meses. R. Barão de Itapetininga, 37, República
Galeria Nova Barão
O Cine Olido foi o primeiro cinema aberto em uma galeria comercial, em 1957. Fechou em 2001 e, em 2004, foi reaberto pela prefeitura, que ampliou a vocação cultural com salas de música e dança. Hoje é um centro cultural público, com auditório, espaço de leitura e Centro de Memória do Circo. Passa por reforma em etapas, com conclusão prevista para dezembro e um café a caminho. R. Barão de Itapetininga, 37, República
Galeria Olido
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