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SP concentrará pacientes com Covid-19 em grandes hospitais para garantir abastecimento de oxigênio, diz secretário

Edson Aparecido anuncia mudanças na logística de aquisição de cilindros

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 20 mar 2021, 17h10 - Publicado em 20 mar 2021, 17h05

Edson Aparecido, secretário municipal da Saúde de São Paulo, disse hoje (20) em entrevista ao SPTV, na Globo, que está concentrando pacientes com Covid-19 em grandes hospitais, como o Hospital Waldomiro de Paula, em Itaquera, na Zona Leste da capital, e Hospital Doutor Arthur Ribeiro de Saboya, no Jabaquara, e alterando a logística de aquisição dos cilindros para garantir o abastecimento constante de oxigênio.

A medida foi tomada após a transferência de dez pacientes da UPA de Ermelino Matarazzo, na Zona Leste de São Paulo, na noite de ontem (19) por falha no fornecimento do insumo.

De acordo com Aparecido, a prefeitura pediu ajuda à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) para o empréstimo de cilindros de oxigênio e está disponibilizando caminhões para o transporte do insumo, além de negociar a compra de usinas de oxigênio para instalar nas unidades hospitalares.

Segundo a White Martins, empresa responsável pelo abastecimento, o consumo de oxigênio em hospitais aumentou 121% em dois meses na capital. O secretário também afirma que as UPAs recebiam oxigênio uma vez por semana, mas com o aumento da demanda passaram a receber as entregas três vezes por dia.

Um levantamento divulgado neste sábado (20) pelo Conselho de Secretários Municipais de Saúde de São Paulo (Cosems/SP) afirma que ao menos 54 cidades do estado de São Paulo estão com o estoque de cilindros de oxigênio em estado crítico.

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